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Archive for fevereiro \20\UTC 2008

Andando por entre as galerias da Rua Augusta em SP com a Patinha, finalmente achei — assim, meio por acaso, — a primeira parte da trilogia Memória do Fogo de Eduardo Galeano.

É a leitura de seus primeiros fragmentos (vou reproduzir alguns deles depois por aqui) que me deu novamente uma fagulha de encanto. Espero encontrar tempo, e juízo, pra mergulhar novamente no eu que estava deixando de lado.

De nada adianta que uma parte de mim voe se a outra se perde nas sombras.
Que as memórias de Galeano (e as tantas histórias e seres imaginários que me cercam) me ajudem a me reencontrar poeta em meio ao concreto dessa vida moderna.

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Andando por entre as galerias da Rua Augusta em SP com a Patinha, finalmente achei — assim, meio por acaso, — a primeira parte da trilogia Memória do Fogo de Eduardo Galeano.

É a leitura de seus primeiros fragmentos (vou reproduzir alguns deles depois por aqui) que me deu novamente uma fagulha de encanto. Espero encontrar tempo, e juízo, pra mergulhar novamente no eu que estava deixando de lado.

De nada adianta que uma parte de mim voe se a outra se perde nas sombras.
Que as memórias de Galeano (e as tantas histórias e seres imaginários que me cercam) me ajudem a me reencontrar poeta em meio ao concreto dessa vida moderna.

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Do tempo que me permito não gastar com amor, tenho gastado demais com coisas que não estou bem certo se acredito. Depois de um Campus-Party cheio de encontros bacanas (mas ainda mais cheio de egos e danças-rituais blogueiras e muito trabalho)… Depois de dedicar quase todas as minhas horas na frente do computador a trabalhos sérios que não tem para mim muita poesia… Depois de ler tanto mas não ter tempo para digerir…
Sinto que o contador de histórias, o poeta, está esmagado debaixo da outra coisa que tenho insistido em ser — blogueiro, ou seja lá o que for.

Quando há alguns dias a Patinha me pediu para contar uma história, e eu não consegui, fiquei preocupado. O quê está acontecendo comigo de novo? Acho que o de sempre. Vivendo sem dose, caindo sempre de cabeça, e perdendo aquilo que é precioso em meio às minhas caças ao tesouro.

Mais do que disciplina, tenho que aprender equilíbrio.
Mais do que me transformar, tenho que aprender a ser.

E assim passam os dias.
Se não morrer, sobreviverei.

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