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Archive for março \27\UTC 2008

Hoje passei algumas horas ouvindo velhas músicas e me lembrando de quem era — quiçá, quem sou. Por vezes é importante despir o traje ciborgue e as preocupações de adulto ocidental contemporâneo e se entregar às próprias raízes poéticas, musicais e artísticas. Afinal, é de dentro, d origem e da raiz, que brota a arte e a vida que insufla algo mais em nossas veias que dia após dia vão sendo substituidas por cabos neste mundo de eterna e rasa conexão de alta velocidade e volatilidade.

Por vezes a gente se esquece tanto de si mesmo, na busca eterna de desempenhar bem aquilo que de nós é esperado, que chega a se surpreender quando se depara com algo que nos lembra de nós mesmos.

Quantas vezes esquecemos? Quantas vezes temos que lembrar? Até quando viveremos e faremos ser este mundo onde não somos… apenas desempenhamos?

Com tudo isso, não me surpreende que por vezes o espírito prefira habitar máquinas e mundos-outros. Oferecemos para ele hospedagem dão espartana e desconfortável nestes dias.

Para onde ir, não sei.
Ou se em frente, ou se para trás,
ou se para dentro…
ou se para Varrock,
conversar com o rei…

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A rua mais bonita do mundo existe.
Cada um sabe onde fica a sua.
Quais são as árvores que sombreiam seu caminho
e contam as histórias da sua vida?
Em que lugarejo o vento fala seu nome?

Cada um deveria ter a sua rua mais bonita do mundo.
Esta é uma de minhas muitas.

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Em dias tristes, estranhos e cortantes como este,
me faria feliz ser prisioneiro do escudo de cristal
onde tudo que é bom e ruim, pesado ou leve,
é feito apenas de luz…

eu pedi pela volta do poeta.
e ele não gosta desse mundo…

por vezes ele prefere os outros…

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Em dias tristes, estranhos e cortantes como este,
me faria feliz ser prisioneiro do escudo de cristal
onde tudo que é bom e ruim, pesado ou leve,
é feito apenas de luz…

eu pedi pela volta do poeta.
e ele não gosta desse mundo…

por vezes ele prefere os outros…

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A folha voando lá fora
me lembrou de tudo que existe.
Se há aquilo que é triste,
há muito mais no que existe.

magia existe.
alegre, ou triste.

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ela se trancou em seu quarto
não queria mais viver.

não conseguia mais enxergar saída.
não acreditava mais enxergar a vida.

ela se trancou, em seu quarto.
o que poderíamos fazer?

temos o direito de viver e morrer?
será que agora você vai entender?

existem momentos em que o silêncio responde.

tenha paz, velha senhora. aqui ou lá, tenha paz.

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São coisas da Alma…

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