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Archive for abril \30\UTC 2008

Pra quem está fora das politicagens, batalhas de egos, elitismos, mesmices e brandas barbaridades da FLIP, existe o Prêmio Off-FLIP de Literatura (dica da Lunna, do Acqua)

3° Prêmio Off Flip de Literatura
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As inscrições para o 3º Prêmio Off Flip de Literatura estão abertas a autores de qualquer nacionalidade residentes no Brasil e brasileiros que residem no exterior podem participar. O evento acontece paralelamente à Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, entre 2 e 6 de julho.

O prazo de inscrição é até o dia 21 de maio e a possibilidade de participação será estendida também a autores de países lusófonos.

O prêmio oferecerá no total R$ 5 mil aos vencedores, além de estadia em Paraty entre os dias 2 e 6 de julho e ingressos para mesas de debate da Flip.

Há também outras formas de premiação, como cota de livros do selo Record, exemplares da Revista Cult, passeio pela baía de Paraty na escuna Banzay e um almoço de confraternização no restaurante Ilha Rasa.

No mesmo dia da premiação será lançada a coletânea com os poemas e contos vencedores nos dois anos anteriores, a ser publicada em parceria com a Quarto Setor Editorial.

Interessou-se? O regulamento está disponível no endereço www.offflip.paraty.com.

Ta aí mais um concurso muito interessante para o qual eu gostaria muito de conseguir enviar ao menos um conto. Se você também é contador de histórias ou tecelão de versos e rimas, deveria aproveitar a oportunidade.

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…Quando fiquei de pé,
notei que não eram profundas
as águas daquele poço.

De fato, elas me batiam no peito.
Fiz do poço então piscina,
para afastar o calor e a tristeza,
e depois vestí meu manto
e então seguí viagem.

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Não é a primeira vez que as demandas da vida, e mesmo suas reviravoltas assustadoras, me tiram o chão para depois me deixar suavemente em novo solo — mais elevado. É batido dizer que há males que vem para o bem. Mas eles realmente existem, e os problemas dos últimos dias serviram não só pra me ensinar algumas boas lições, mas também para me dar mais clareza sobre quem sou, o que quero, o que gosto, e sobre como viver.

Tá. Estou falando um monte de frases batidas, mas o que posso fazer se este é o modo mais simples de dizer que estou agradecido por tudo que aconteceu, e me sentindo bem melhor comigo mesmo agora?

Pois é.

Seguimos vivendo e contando histórias…

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Gostaria de conseguir arranjar tempo para escrever um conto e enviá-lo para o concurso do SESC. (Excelente dica da Patinha)

Gostaria de conseguir alugar o apartamento que ví hoje.

Gostaria de aprender a organizar melhor o meu tempo. Mudar meus dias, meus horários, meus hábitos — e viver melhor.

Gostaria de não ter medo das mudanças, saber me reinventar sem pânico nem tremores. Mas o que é uma ressurreição sem um pouco de medo, de frio na barriga?

Gostaria que todos os meus desejos se realizassem. Isso quase sempre acontece, mas a gente sempre quer mais.

Que os Deuses me ouçam, e que estejam de bom humor…

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A vida dá voltas,
e a gente dança com ela
— querendo dançar, ou não.
Mas é bom estar em movimento.
Pedras que não rolam acumulam limo.
E então a gente vai rolando, rolando, dançando, dançando e nem sabe ao certo onde vai parar…

Mas o importante é não parar de dançar.
Quando a vida nos tira do chão,
quem para de dançar, cai.

Vamos ver onde essa vida vai me levar.
Onde estiver, lá estarei.

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“Certa vez, na noite anterior à minha primeira batalha, estava passeando nas proximidades de um riacho quando a encontrei. Ela, a Senhora dos Corvos, me disse que eu iria matar e que iria amar, e que iria viver. Naqueles tempos enxerguei um augúrio fantástico nestas palavras. Muito tempo depois, me acostumei a dizer que ela dizia isso a todos, embora quase todos estivessem agora mortos e esquecidos. Por algum tempo eu também me esquecí daquele dia, e de qualquer coisa que ela houvesse me dito. Hoje eu me lembro que na época, aquelas foram apenas as palavras que optei por lembrar, das muitas que ela me disse.

O que ela disse? Agora eu lembro muito bem! A Mórrigu disse que ‘o rio corre por onde quer, mas vocês olham para seu leito e pensam que ele não pode mudar. Vocês também andam por onde querem, mas às vezes inventam para si um leito de outros homens e mulheres ou simples idéias, e dizem que não podem mudar de rumo. Se você decidiu que seu leito é aquele do guerreiro, então você vai matar e vai amar, e assim vai viver. Mas atravesse este rio, e verá que do outro lado há outro mundo e outra vida’. Enquanto voltava para casa, só pensava em meu augúrio de glória guerreira, e no quanto aquela enorme mulher ruiva era gostosa — no quanto eu gostaria de foder com ela a noite inteira, para me tornar um guerreiro ainda maior. Como eu era idiota. Puta que me pariu!”

(Mais um fragmento de Arranárra. Ele era um pouco mais curto, mas não resistí a floreá-lo um pouco…)

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Não há muito o que explicar, e estou cansado de dar explicações.

Estou contando a História da Queda do Oeste em fragmentos desordenados de seus 3 cantos: Arranárra, Delianárra e Lothianárra.

É simples. Estou anotando as histórias conforme elas me são contadas, e quem gostar delas as acompanha assim mesmo, fora de ordem. Quem sabe um dia eu as reúna em uma ordem mais agradável aos amantes da cronologia, e a publique em algum lugar?

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