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Archive for setembro \25\UTC 2008

“But I’ve always had this sense that there’s something out there, waiting for me. Not here, in the World As It Is, but in the dreamlands. That there’s a place for me in Faerie and I’ll be there one day if I can just be good enough, or patient enough, or tenacious enough. Or…- It’s a place where I’d be home, really home. I want it so badly sometimes that just thinking about it hurts.”

-Jilly Coppercorn “The Onion Girl” -Charles de Lint

Existem tantos órfãos e desterrados das “outras terras” neste mundo…

E eu aqui me perguntando se há mesmo algum sentido nisso tudo. Se há mesmo um outro lugar diferente, que justifique e explique a minha inadequação a este mundo onde vivemos. Ou se seremos, eu e eles, apenas loucos desalinhados, sendo lentamente mastigados por um mundo que não conseguimos acompanhar…

É dificil separar a fuga da vontade justa de “voltar para casa”, principalmente quando você já não sabe mais se tal “casa” existe…

Tudo que sei que é este aqui não é o meu lugar, este não sou eu, e isto não está certo.
Queria a sensação de mágica e sentido de volta.
Sinto como me perdesse mais e mais a cada dia…

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“Em meio às ruínas, ainda com os ouvidos zumbindo por conta do estrondo das explosões e do desabamento, Lucas acendeu um cigarro e pensou: “agora só falta limpar o terreno e começar a reconstruir”. Fumou seu cigarro em meio aos restos e ao entulho, depois se levantou e foi ocupar-se de seu trabalho. “Alguns dias começam assim”, dizia para si mesmo.”

(o título deste fragmento é uma menção irônica ao conto “Nas Colinas, As Cidades”)

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Mohsen Rasoulov era um fotógrafo, grafiteiro e artista iraniano, que morreu em um acidente de avião no Quirguistão no final do mês passado. Passeando por seu arquivo fototráfico (Mooshot), encontrei esta foto que me tocou por sua cândida intimidade e dignidade. A moça que aparece na foto chama-se Kiana Farhoudi, também é uma fotógrafa, e publica aqui os seus trabalhos.

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Mohsen Rasoulov era um fotógrafo, grafiteiro e artista iraniano, que morreu em um acidente de avião no Quirguistão no final do mês passado. Passeando por seu arquivo fototráfico (Mooshot), encontrei esta foto que me tocou por sua cândida intimidade e dignidade. A moça que aparece na foto chama-se Kiana Farhoudi, também é uma fotógrafa, e publica aqui os seus trabalhos.

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O pequeno redcap Daniel escreve em seu diário:

“Nos últimos 2 dias ele passou por um processo que não sabe descrever bem, mas aceitou com relativa facilidade. O mundo se expandiu a partir da mescla com outro, de sonhos. Depois de ser perseguido por um cachorro sem rosto, começar a ver mais do que o simples “real”, ser salvo por outro cachorro e desmaiar, ele acordou no quarto de Áureo um saxofonista que mora em uma kitnet na 709N, interpretado pelo Pádua. Conheceu também Helena, uma garota de uns 15 anos que gosta tanto de Lain que se veste como ela.

Mais entre as pessoas que conheceu a que mais ajudou a entender o processo pelo qual ele estava passando foi Boa, um homem vindo da África que anda com um belo cajado. Daniel, talvez pela pouca idade, talvez pelo mundo de fantasias que criou e em que vivia para fugir da solidão, aceitou com alguma facilidade a mudança. Talvez porque sempre soubesse que aquele mundo existiu.”

Leia o resto por lá

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O pequeno redcap Daniel escreve em seu diário:

“Nos últimos 2 dias ele passou por um processo que não sabe descrever bem, mas aceitou com relativa facilidade. O mundo se expandiu a partir da mescla com outro, de sonhos. Depois de ser perseguido por um cachorro sem rosto, começar a ver mais do que o simples “real”, ser salvo por outro cachorro e desmaiar, ele acordou no quarto de Áureo um saxofonista que mora em uma kitnet na 709N, interpretado pelo Pádua. Conheceu também Helena, uma garota de uns 15 anos que gosta tanto de Lain que se veste como ela.

Mais entre as pessoas que conheceu a que mais ajudou a entender o processo pelo qual ele estava passando foi Boa, um homem vindo da África que anda com um belo cajado. Daniel, talvez pela pouca idade, talvez pelo mundo de fantasias que criou e em que vivia para fugir da solidão, aceitou com alguma facilidade a mudança. Talvez porque sempre soubesse que aquele mundo existiu.”

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A imaginação não obedece aos desígnios do mundo.
Quiçá, escuta os da alma. Mas no fim, segue apenas
aos próprios desígnios. A imaginação não obedece.
Ela, quando muito, pede passagem e vai.

Imaginários servem tanto à própria imaginação
quanto esta os serve.

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