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Archive for setembro \18\UTC 2010

Grendel, do Marillion

Porque eu gosto.

(Grendel, do Marillion. Partes um e dois)

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Trechos extraídos de “Um caminhante em busca de outro”, ensaio do falador Thiellót (em forma breve) sobre o Delianárra e os lugares e pessoas citadas por Delian no manuscrito.

A Árvore do Reino dos Gatos

(a primeira parte deste trecho está documentada no Caderno Verde)

…Ainda sobre a Árvore, nela só gatos e aqueles que vestem sua forma podem adentrar. No coração da Árvore vive um dos Reis Gatos. Seu nome é Awni em nossa língua, e só um gato sabe pronunciar seu verdadeiro nome.

Seus batedores circulam quase inauditos pela planície, não reconhecidos como tais por gente que anda em duas pernas nem por quase nenhum outro caminhante que use as quatro. Vez por outra um gato preto, a cor dos emissários do Rei Awni, cruza em disparada as terras gramadas rumo ao Leste ou ao Oeste.

A Grande Estrada

A grande estrada que cruza a Planície dos Ventos é talvez uma das poucas sendas seguras de toda a região. Tentar chegar a algum lugar da Planície dos Ventos sem viajar pela “Grande Estrada” é garantia de aventuras, e de chegar muito atrasado. Os ventos da Planície, chamados por alguns de Sopro de Dánloth, transformam constantemente o lugar, criando e escondendo lugares.

Pukán (pu-KÁNN)

Pukán é uma viajante, uma mercadora de histórias e segredos, que viaja pela Grande Estrada. Não se sabe seu destino, ou de onde vem, mas frequentemente se ouve de alguém que a encontrou na Estrada. Filha do Povo-da-Terra, ou assim se acredita, dizem que foi tão tocada pelos Ventos da Planície que ela mesma agora também muda com os ventos. Uma das formas de reconhecê-la são seus cabelos vermelhos e seus olhos muito vivos.

Lágrimas de Delian

Existem às vezes, em alguns lugares da Planície dos Ventos, luxuriantes e bucólicos jardins. Alguns deles são marcados por discretas ruínas cinzentas e velhos bancos, mesas e caramanchões de pedra ou madeira muito velha. Conta-se que estes lugares foram semeados pelas lágrimas de Delian em sua viagem em busca de Dánloth.

Faladores e estudiosos do Povo-da-Terra afirmam que estes lugares surgiram por conta de lágrimas de coração partido vertidas por Delian após encontrar-se com algumas das guardiãs dos tesouros do Tecelão dos Sonhos. Em um destes jardins, uma triste estátua costumava dizer aos viajantes a mesma frase a cada nascer do sol.

“O vento e a chuva lutaram por toda a tarde, e se amaram na madrugada longe dos meus olhos, mas um dia há de chover e ventar em mim.”


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quinhentos e vinte e nove (1)

as primeiras palavras saem escuras como a água que passa por um cano seco há muito tempo. dores e idéias escuras saem aos pedaços, e tomam forma de personagens igualmente escuros e desesperados. há muita crueldade naquelas palavras — mesmo que a crueldade maior esteja nas entrelinhas. tenho medo daquelas palavras, e estou feliz de saber que elas estão fora de mim.

histórias mais belas virão.

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essa velha conhecida

eu conheço essa inquietação. conheço essa ansiedade que bagunça os lençóis e espanta o sono. conheço cada centímetro de sua pele acinzentada pela luz crepuscular do outro lado. conheço essa respiração em haustos e essa dificuldade de pensar em qualquer outra coisa. conheço tudo isso muito bem.

é a minha inspiração que voltou.
as histórias estão de volta.

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