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Archive for the ‘divagações’ Category

Assim, como quem não quer nada, e pelos motivos que me ocorrem silenciosos, resolvi começar novamente a colecionar versões da música Round Here, do Counting Crows. Para quem não sabe, a banda de Adam Duritz costumava alterar um bocado as letras de suas músicas nas apresentações ao vivo. Round Here era uma das músicas que mais mudavam de show para show. Tanto, que por vezes era até dificil reconhecer a música, embora se você prestasse atenção haviam sempre alguns versos velhos conhecidos que estavam lá. Ainda assim, cada versão era quase uma nova música, e um testemuho do momento emocional do vocalista.

Houve um tempo que eu catalogava versões de Round Here do Counting Crows.

E agora deu vontade de começar a colecionar de novo.

E lá vamos nós…

Versão original (de estúdio)

Pinkpop 1997:

Pinkpop 2008

Versão do DVD August and Everything After (agosto 2011)

Versão Howard Stern Show

Uma versão acústica

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E segue a busca por todas as mais de 60 versões de Round Here. Criei uma playlist no meu youtube para agrupá-las, aqui.

 

Update. depois de ouvir mais de 20 versões diferentes, por fim encontrei a minha predileta — a primeira versão que ouvi, há mais de 10 anos. Fazia tanto sentido para mim naquela época…

Pinkpop 2000

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Os grandes barcos afundam
nas inauditas tempestades de minha alma
que desabam tão longe da praia
que ninguém sabe delas, ou deles.

Os grandes projetos afundam e nada mais se sabe deles
no fundo do meu oceano.

Mas há sempre a esperança dos pequenos barcos
chegando na praia, carregados de histórias
e lembranças do mar.

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Na escada rolante…

E se eu encontro comigo mesmo com outro rosto em um sonho,

e me beijo e me digo para voltar a viver

e volto?

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(de) novo

Apoiado por mais alguns dias na recém redescoberta segurança do velho murinho de pedra, vou redescobrindo coisas devagar, como se fosse novidade. Até a dor parece nova, e tem seu lugar. A gente dói quando tá vivo. Mortos e desacordados não sentem dor…

A luz da manhã, o gosto do pão, a cabeça novamente povoada. É tudo tão familiar quanto parece novo depois de tanto tempo.

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Nota mental…

Não interessa o quão “bacana” é o que está fazendo. Se você não acredita, não vale a pena. Não importa o quanto os outros gostam do que você faz. Se você não está feliz, não vale a pena.

Só o que nos faz felizes vale a pena. E os outros que se agradem a si mesmos.

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Este é o elemento musical e estético que talvez faltasse a boa parte dos jogadores de Vampiro: a Máscara brasilienses dos idos de 1990-e-pouco.

Eles não conheciam Bauhaus.

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Vivemos sob a égide da inconsciência por default. E não é para menos. A vida é corrida, e espreme cada momento ou lembrança de epifania para fora de nós. Rouba-nos também, ou nos faz furtar de nós mesmo, nosso tempo para ser. A vida moderna é uma corrida em direção a lugar nenhum, deixando para trás toda a bagagem que a gente não sabe como carregar.

Mas chega o momento em que a gente se pergunta se tudo aquilo que ficou para trás (e não deveria) não é justamente aquilo que nos era mais precioso. Quem é que não tem uma história de algo que fazia — ou alguém que era — e que ficou no passado, acolchoado em uma caixa mental de lembranças doces e difusas?

(mais…)

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