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Posts Tagged ‘auto publicação’

O meu querido Lixo Extraordinário (alô Batone, alô Gabí! Saudades!!!) foi citado (de novo) no blogue Remixtures do companheiro Miguel Caetano. Sem enrolar muito, lá vai um trecho da matéria:

“[…] vale bem a pena escutar com atenção o auto-intitulado álbum de estreia do grupo. Na verdade, o disco representa a súmula de um processo de evolução criativa ocorrido ao longo de mais uma década do que propriamente uma estreia. A maturidade dos Lixo Extraordinário fica bem patente quando ouvimos as 13 faixas que compõem o registo. Não só a produção musical de Júlio Anizelli e os arranjos de Mizão são “Extraordinários”, como as letras de Batone são bastante inteligentes. Existe uma sinceridade profunda por entre aquelas palavras que transpira energia, raiva, sarcasmo e dedicação.

Em termos musicais, o projecto insere-se na linhagem de alguns dos maiores grupos de música Pop brasileira, embora acrescente certos ingredientes que dão um “sabor” muito característico à mistura: um pouco de samba, Rock, tango, baladas, etc.”

A galera do Lixo Extraordinário merece todos estes elogios, e muito mais. Não perco uma chance sequer de dizer o quanto os acho extraordinários.

Quero ver quando é que vamos conseguir trazê-los para tocar aqui na cidade seca de Brasília. Em breve, espero!

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Fabiano Franz, formando do curso de Web Design e Programação, criou o site http://literar.org para publicação livre de textos. O endereço já está liberado para uso público.

Fabiano Franz defende a idéia de democratizar a publicação de textos na Web, indiferente do autor e do estilo. “Qualquer pessoa pode ser , independente de seu status, produção literária prévia ou avaliação crítica, um autor literário”, diz. No seu site, o usuário tem liberdade para publicar textos, ler e votar nos textos favoritos, gratuitamente.

A idéia inicial do projeto surgiu a partir de um artigo do pensador francês Michel Foucault, intitulado “O que é um autor?”. Franz conta que nesse artigo, Foucault questiona o conceito de autoria, na sociedade atual. Em especial a partir do advento da imprensa, em que foi reforçada a idéia de que o ato de escrever e tornar-se um autor é privilégio de poucos, e aos demais indivíduos fica reservado apenas o ato de ler. Por outro lado, o advento das ferramentas tecnológicas trouxe grande revolução na área da música digital, como o mp3, e para o campo do audiovisual, como o site Youtube. Porém no mercado editorial e na área de literatura as iniciativas ainda é pequena.

O projeto surge motivado pela necessidade de mudança dessa realidade, comenta Franz. O site já possui mais de 150 textos publicados, compreendendo poesias, contos, narrativas, ensaios, crônicas e outros. Para o aluno, este foi o “pontapé inicial”, como ele mesmo diz, e pretende continuar com este trabalho. “Há várias novas propostas, uma delas é a criação do “narrador”, em que as pessoas possam “ouvir” os textos dos autores”, comenta.

Franz explica que usou a concepção de preceitos dos aplicativos da Web 2.0, que não há um domínio centralizado. “A própria comunidade ‘controla’ a publicação. Se um conteúdo tem boa aceitação ele será promovido, podendo vir a aparecer em lugares de destaque no site. Já os textos com menor aceitação pelos usuários simplesmente não alcançarão boas posições. Essa aceitação dos textos se dá por meio de votação”, explica.[…]”

(extraído do blogue do literar.org, mas originalmente publicado aqui)

O site me pareceu bem legal. Tem cheiro de rede social misturada com site de publicação de escritos. Já fiz o meu cadastro por lá, e vou ver se publico alguns de meus escritos já publicados no Overmundo por lá. Se a recepção for boa, começo a dedicar uma ou outra coisa nova ao site também.

UPDATE:
Publiquei “A moça acenando na janela” (eu nunca me decido entre o “na” e o “à” neste título) e “Reflexões sobre o fio de uma faca” por lá. Vamos ver qual será a recepção. Em breve publico outros contos, como “Transgressão” e “Uma casa morrendo“.

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Fabiano Franz, formando do curso de Web Design e Programação, criou o site http://literar.org para publicação livre de textos. O endereço já está liberado para uso público.

Fabiano Franz defende a idéia de democratizar a publicação de textos na Web, indiferente do autor e do estilo. “Qualquer pessoa pode ser , independente de seu status, produção literária prévia ou avaliação crítica, um autor literário”, diz. No seu site, o usuário tem liberdade para publicar textos, ler e votar nos textos favoritos, gratuitamente.

A idéia inicial do projeto surgiu a partir de um artigo do pensador francês Michel Foucault, intitulado “O que é um autor?”. Franz conta que nesse artigo, Foucault questiona o conceito de autoria, na sociedade atual. Em especial a partir do advento da imprensa, em que foi reforçada a idéia de que o ato de escrever e tornar-se um autor é privilégio de poucos, e aos demais indivíduos fica reservado apenas o ato de ler. Por outro lado, o advento das ferramentas tecnológicas trouxe grande revolução na área da música digital, como o mp3, e para o campo do audiovisual, como o site Youtube. Porém no mercado editorial e na área de literatura as iniciativas ainda é pequena.

O projeto surge motivado pela necessidade de mudança dessa realidade, comenta Franz. O site já possui mais de 150 textos publicados, compreendendo poesias, contos, narrativas, ensaios, crônicas e outros. Para o aluno, este foi o “pontapé inicial”, como ele mesmo diz, e pretende continuar com este trabalho. “Há várias novas propostas, uma delas é a criação do “narrador”, em que as pessoas possam “ouvir” os textos dos autores”, comenta.

Franz explica que usou a concepção de preceitos dos aplicativos da Web 2.0, que não há um domínio centralizado. “A própria comunidade ‘controla’ a publicação. Se um conteúdo tem boa aceitação ele será promovido, podendo vir a aparecer em lugares de destaque no site. Já os textos com menor aceitação pelos usuários simplesmente não alcançarão boas posições. Essa aceitação dos textos se dá por meio de votação”, explica.[…]”

(extraído do blogue do literar.org, mas originalmente publicado aqui)

O site me pareceu bem legal. Tem cheiro de rede social misturada com site de publicação de escritos. Já fiz o meu cadastro por lá, e vou ver se publico alguns de meus escritos já publicados no Overmundo por lá. Se a recepção for boa, começo a dedicar uma ou outra coisa nova ao site também.

UPDATE:
Publiquei “A moça acenando na janela” (eu nunca me decido entre o “na” e o “à” neste título) e “Reflexões sobre o fio de uma faca” por lá. Vamos ver qual será a recepção. Em breve publico outros contos, como “Transgressão” e “Uma casa morrendo“.

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Falando de coisas mais alegres agora (enfim!), hoje, dia 20 de março, começa a segunda fase de produção do Manual de Auto Publicação de Músicos e Músicas Independentes, que vinha sendo até agora gestado e discutido neste tópico do Forum de Conversas sobre Cultura do Overmundo. O Manual segue as propostas levantadas neste post feito no Overblog do mesmo Overmundo, além de tantas outras excelentes propostas e colocações feitas na discussão do Forum.

A partir de hoje começa o trabalho prático de elaboração e redação do Manual, com a colaboração de todos os participantes da discussão que se mostraram interessados em participar desta fase dos trabalhos. Se você se interessa pelo tema, nunca é tarde para aparecer por lá, dar uma olhada nos papos (por favor, leia as conversas antes de falar) e se juntar ao grupo.

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Falando de coisas mais alegres agora (enfim!), hoje, dia 20 de março, começa a segunda fase de produção do Manual de Auto Publicação de Músicos e Músicas Independentes, que vinha sendo até agora gestado e discutido neste tópico do Forum de Conversas sobre Cultura do Overmundo. O Manual segue as propostas levantadas neste post feito no Overblog do mesmo Overmundo, além de tantas outras excelentes propostas e colocações feitas na discussão do Forum.

A partir de hoje começa o trabalho prático de elaboração e redação do Manual, com a colaboração de todos os participantes da discussão que se mostraram interessados em participar desta fase dos trabalhos. Se você se interessa pelo tema, nunca é tarde para aparecer por lá, dar uma olhada nos papos (por favor, leia as conversas antes de falar) e se juntar ao grupo.

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Como ele mesmo diz:

Ernesto Diniz, 28 anos, soteropolitano, possui memória seletiva sem critério, escreve em blogs desde 2000. Vive uma espécie de síndrome do não-pertencimento misturando algo entre Caio Fernando Abreu e Walt Whitman (?). Descobriu cedo os efeitos nocivos da kriptonita para o trabalho árduo de salvar o mundo, mas obteve redenção após ingressar em uma universidade federal e fazer carreira de estudante (a qual, afirma ele, é finita e encontra-se em franca decadência). Vive prometendo que morará fora, numa cruzada em busca da Pasárgada perdida (muito embora não conheça nenhum rei, nem súditos, dada sua anti-sociabilidade branda). É pesquisador em Tradução Intersemiótica e fala de Shakespeare como quem fala das novas tendências da música indie-pós-punk-neo-electro-rock-tropicália (aforismos somente no chuveiro). Ama as árvores, sândalo, avelã, cultura celta e ainda firmará morada no País de Gales.

Ernesto é um daqueles artistas geniais que zanzam pela rede, sendo vez por outra descobertos meio por acaso por nós (sempre com a sensação de que poderíamos tê-los descoberto antes se fôssemos menos preguiçosos). Sua prosa é direta, honesta, densa e meio claustrofóbica sem abrir mão do bom humor negro como guimba de cigarro.

Não sei ao certo porquê, mas recebia quase toda semana emails que me convidavam a ler o trabalho do cara nos sites e blogs onde ele publicava. Não me lembro como o cara me achou. Sei ainda menos porquê não fui lê-lo antes, mesmo com todo o meu discurso de se dar atenção ao pessoal que se auto-publica. Talvez tenha sido pura preguiça e uma eventual descrença de que coisas tão boas podem estar assim, se oferecendo em nossos emails. Tolo eu. Muito tolo…

Só de ler um pouco de seu trabalho, já sei que vai virar mais um de meus blogueiros de cabeceira. Seu “Resumo da Criação do Mundo“, uma bem humorada metáfora vagamente apoiada no Gênesis bíblico para o renascimento que é o despertar depois de uma noite de seguidas coisas loucas, é simplesmente delicioso. O renascimento depois da ressaca e da semi-amnésia alcoólica como uma metáfora para… para o quê? Para o que for, para tudo ou para nada, sei lá… Não é necessário se elaborar sobre as metáforas do texto. É coisa que quem conhece, sabe como é. E Ernesto conhece, pelo visto. Conhece tão bem, que sabe enxergar a piada e a profunda dimensão existencial por trás de manhãs como estas. Mais do que isso, ele sabe muito bem que não adianta tomar banho… a nossa vida tá grudada na pele.

Longa e boa vida ao cara e sua obra (e boa sorte em seu sonho de ir parar no País de Gales)…

O novo blog do Ernesto, “O botão mais difícil de abotoar”, fica logo aqui.

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“Conversando ontem com o Valdir Batone e com a Gabi Andrade, participantes da conversa sobre o Manual de Auto-Publicação na Rede para Músicos Independentes que está rolando no Fórum de Conversas do Overmundo, integrantes do excelente projeto musical independente Lixo Extraordinário e, como prefiro chamá-los, meus novos amigos, senti que a idéia de escrever um Manual de Auto-Publicação para Músicos e Músicas Independentes é não apenas possível, mas também uma necessidade deste momento. Sim, este é o momento! Várias bandas e musicistas, assim como vários artistas de várias mídias, já estão descobrindo não apenas que as mídias tradicionais não mais representam a realidade da cena artística em que estão inseridos (“cenas artísticas se criam, se inventam”, diria o Valdir) como também que é possíver criar vias alternativas, mais verdadeiras e democráticas, para a difusão e discussão de seu trabalho.”

(leia o resto do meu texto lá no Overblog do Overmundo)

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Mais bacana ainda do que as traduções de H.P.Lovecraft feitas pelo Viktor Chagas (também conhecido como KA-AK-KIM) e publicadas no Overmundo, é o site de nosso discreto e inspiradíssimo overcolaborador. O ContoAberto.org, que acabo de descobrir na pesquisa feita para meu post sobre as traduções de Lovecraft, salta aos olhos logo à primeira vista como um excelente projeto de difusão e discussão da literatura independente brasileira. Para falar sobre o site, prefiro usar as próprias palavras de nosso escritor-colaborador na descrição do projeto contida no próprio site:

“CONTOABERTO.ORG é um espaço experimental para reflexão literária. Um canal independente de produção e circulação de conteúdos hipertextuais.

Nascido nos idos anos 90, bem no finzinho da década, em 1999, o projeto Quem conta um ponto aumenta um conto… funcionava a partir de duas vertentes principais: uma, como galeria, expondo trabalhos e obras conclusas de escritores inéditos e desconhecidos do grande público; a outra, propondo-se a iniciar uma série colaborativa de contos e poesias, em que cada autor podia escrever seu capítulo, sua estrofe, e daí aumentar o seu conto.

Funcionando como uma espécie de revista eletrônica, as atualizações a cada versão traziam um novo desenho gráfico e novas contribuições de autores nacionais e internacionais de língua portuguesa, sem qualquer ônus para os escritores. Bastava apenas que seus trabalhos fossem remetidos para a equipe editorial do site e avaliados positivamente.”

Espaços como o ContoAberto.org são fundamentais, assim como o Overmundo, para o novo movimento de crescimento da produção e publicação literária independente brasileira. O uso da rede como espaço de fomento, captação, agregação e difusão dos produtos de tantos artistas ora desconhecidos de nosso enorme país é fundalmental não apenas para a literatura, mas também para o teatro e a música independentes do Brasil (assim como de todo o resto deste mundo).

Aproveito para deixar aqui os meus sinceros parabéns para o Viktor pelo site, pelas iniciativas, pelo seu ótimo texto e, por que não, por ser um cara tão bacana.

Sem maiores rasgações de seda, vou mergulhar no ContoAberto.org e tentar descobrir algumas das coisas fantásticas que devem haver para serem descobertas por lá.

UPDATE:
O Blog do Viktor no ContoAberto é bem bacana, e o WikiContoAberto com sua proposta de produção colaborativa a muitas mãos é outra idéia muito boa do nosso bom e sábio rapaz dos pés chinelentos. Estou encantado.

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Por falar em Os Seminovos, o Miguel Caetano do excelente blog Remixtures da blogosfera d’além mar (que fala sobre Cultura Livre, P2P, remix e colaboração) fez um post bem bacana falando da banda Zémaria (do Espírito Santo), e também comentando sobre o Mombojó e Os Seminovos — todos do primeiro time da música independente auto-publicada na internet no Brasil. Deixei lá um comentário dando a ele o toque sobre o pessoal do Lixo Extraordinário e do Supercordas (e pedindo ‘por favorzinho’ para que ele não embarque na comparação não muito inspirada entre Os Seminovos e os Mamonas Assassinas, uma banda que cá entre nós era o ó do borogodó comercialesco).

Foi então que me toquei que isso é só a ponta do iceberg. Dá pra sentir que agora é o momento em que vai estourar (ainda bem) a prática da auto-publicação por parte das bandas independentes (sejam de rock, pop, metal, tecnobrega ou o escambau) na rede brasileira (e na portuguesa também). Sentindo o cheiro do momento, acho que é hora de surgir um manualzinho (ou muitos) de autopublicação para bandas independentes. Já falei pra mim mesmo (e pro meu irmão, e pro povo do overmundo) que pretendia me meter a escrever um manual desses, mas até agora estou só enrolando…

Vou ver se amanhã tomo coragem de meter a cara em começar a organizar isso.

p.s. por falar em Cultura Livre, existe um excelente texto sobre Cultura Livre e “Open Business Models escrito pela Oona Castro (e cujo link não consegui enfiar no post por puro macarronismo redatorial).

UPDATE:

No blogue do Miguel Caetano há também uma lista das netlabels brasileiras e portuguesas (além de uma pá de blogadas legais sobre o assunto). Fiquei surpreso ao saber que já são tantas, e que já estão fazendo trampos tão legais. Viva a cultura livre! Viva a música e a arte independente! E agora, neste momento, viva a minha cama!

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“Não é fácil manter a franja lisinha
Tenho que fazer escova e chapinha
Mais difícil ainda é ver o mundo
assim do meu jeito:

O cabelo tampa o olho esquerdo
E eu só posso usar o direito!
Impossível…
Ser mais sensível que eu!…”

(primeira parte de “Eu sou Emo!“, d’Os Seminovos)

Eu sei que estou atrasado. Afinal, sou tão distraído que posso nem me aperceber de que é Carnaval. Mas como nunca é tarde para se descobrir as belezas da vida, descobri (com a dica preciosa do Ronaldão Lemos, grande representante de Uberlândia no Overmundo e do Brasil no Creative Commons) o quanto Os Seminovos são legais.

Tá legal, vamos combinar que eles não fazem nada de tão novo musicalmente. Por outro lado, Os Seminovos são verdadeiramente inovadores (ou no mínimo vanguardistas) em seu inteligente marketing viral (via youtube, orkut, chats, etc…) e pela antenadíssima distribuição “as is” de seu primeiro album nos moldes mombojanos (pois lugar de músico ganhar grana é em cima do palco, porra!). Sem experimentalismos desnecessários, os caras fazem rock competente — bem tocado, com bastante energia e sobretudo muito divertido — em um tempo em que muita gente anda dizendo que o artigo anda em falta no mercado. Talvez estejam olhando pro mercado errado, pois assim como os Seminovos há muitas outras bandas fazendo coisa muito boa (1, 2, 3…) fora do eixo Rio-Sampa, e até mesmo dentro dele. O lance é saber procurar, e não fazer que nem eu (e deixar o carnaval passar).

Mas como estou atrasado pra falar do Seminovos (que, ao que parece, todo mundo já havia descoberto menos eu — ainda bem pra eles!), não vou ficar aqui chovendo no molhado. Escutem os caras. É divertido, é rock, é coisa nossa (até pq ‘Berlândia é “logo alí” de Brasília), e é legalzão!

O site dos caras fica aqui.

Vou voltar ao meu conto balançando a cabeça ao som dos caras,
e volto quando tiver algo mais a dizer…

p.s. para ver os outros clipes dos caras no YouTube, basta dar uma chegada no perfil deles no site.

p.p.s. a Canção de Depressão deles merecia um post à parte. (“se você anda deprimido / mas que coisa demodê / eu tenho um mundo colorido / na farmácia pra você / a dor forte de perder uma paixão / não vai te incomodar / o emprego que só causa frustração / você vai passar a amar / fluoxietina, sertralina, citalopran / paroxetina, metazodona, conazepan / pra dormir bem à noite e acordar de manhã / bem melhooooooooooor…”)

p.p.p.s. quer saber? você sabe que encontrou uma banda de rock realmente boa quando, na primeira vez que você a escuta, tem a impressão momentânea de que achou a melhor banda do mundo. A banda de rock que não for ao menos por algumas horas da sua vida a melhor banda do mundo pra você, não vale a pena. Os Supernovos são, ao menos até a zero hora de amanhã, a melhor banda de rock do mundo pra mim. Pronto! :D

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