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Posts Tagged ‘blogosfera’

Mohsen Rasoulov era um fotógrafo, grafiteiro e artista iraniano, que morreu em um acidente de avião no Quirguistão no final do mês passado. Passeando por seu arquivo fototráfico (Mooshot), encontrei esta foto que me tocou por sua cândida intimidade e dignidade. A moça que aparece na foto chama-se Kiana Farhoudi, também é uma fotógrafa, e publica aqui os seus trabalhos.

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Mohsen Rasoulov era um fotógrafo, grafiteiro e artista iraniano, que morreu em um acidente de avião no Quirguistão no final do mês passado. Passeando por seu arquivo fototráfico (Mooshot), encontrei esta foto que me tocou por sua cândida intimidade e dignidade. A moça que aparece na foto chama-se Kiana Farhoudi, também é uma fotógrafa, e publica aqui os seus trabalhos.

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Ela me recomendou o blogue da czarina e o blogue do marcelo. Leio algo dos dois. Sinto que as palavras pulsam. Mas minha cabeça também pulsa, bem devagar, na dor-de-cabeça-sem-dor das muitas noites mal dormidas. Não consigo pensar nem engolir palavras pulsantes. Até mesmo as mais rasas por vezes me escapam ou me engasgam. Preciso descansar.

Vou voltar a eles (aos blogues), depois de colocar meu sono e minha alma em dia.
E depois disso, então, se os Deuses quiserem, vou escrever um pouco.

Não podia deixar, contudo, de passar em frente as boas dicas d’Ela.

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“Amor de verdade é pra segurar as pontas.
Há de ter vontade de ser melhor,
há de fazer alguma força e de cantar
algum canto de dormir.
Tem que se ter esperança e vontade
e confiar nas coisas belas do estar.

Amor de verdade não questiona, pergunta;
não se entrega ou se corta
mas também dói e estica.
Não tem remédio, mas tem sempre curativo;
não tem punho fechado,
pois com a mão aberta a pele se mostra melhor.

Ele é noite para quem passou o dia,
é madrugada para quem deita tarde.
Amor de verdade se dá, mas não se toma.
Se deita, mas não se doma.
Ele tem pontas dos dedos e tem segredos
e tem seu jeito de afastar os medos.

Acima de tudo, amor de verdade não é perfeito,
ele é completo e presente, é muito mais.
Amor perfeito é só uma planta…”

(O amor perfeito é só uma planta,
Daniel Duende ~ 06/08/2004)

É uma alegria para um poeta transbordante saber que uma de suas poesias anda viajando de boca em boca, de blogue em blogue, e embalando outros amores.

Acabei de descobrir que “O amor perfeito é só uma planta“, poesia minha de 6 de agosto de 2004 republicada no Overmundo em 2006, foi reproduzida (com créditos quase adequados — faltou um linque!) no blogue de um apaixonado geek chamado Raniere.

Valeu pela citação, Raninho! Sejam felizes, R²! :D


(foto publicada no Overmundo para ilustrar a poesia em 2006)

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Para escritores que, como eu, quando estão frente à tela branca tentando escrever fazem de tudo — tudo! — menos escrever, e para aqueles que simplesmente gostam de ler umas boas aventuras e desventuras de um brasileiro em um lugar inóspito, recomendo o blogue Chéri à Paris do caro xará expatriado Daniel Cariello.

Lá você descobre por quê se deve ter um celular quando se vai ao Louvre na terça-feira, as habilidades e inabilidades dos bombeiros e policiais parisienses frente a uma goteira, por quê você não deve conversar com barbeiros parisienses quando eles estiverem cortando seus cabelos e os perigos de se perguntar se “a baguete é do dia” nas padarias francesas. Coisa fina do brasileirinho na terra do Galo!

Pronto, agora que já fiz uma digna homenagem ao blogue do xará, vamos ver se escrevo alguma coisa que preste…

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A Paula Góes contou no blogue da Liga dos Blogues sobre Tradução, ecoando matéria da Sandra Carvalho em seu blogue no site da Info, que “um grupo de mais de 400 adolescentes brasileiros, em multirão, acabaram a tradução de Harry Potter and the Deathly Hallows do inglês para o português da noite para o dia – apenas 4 dias após o lançamento mundial da edição oficial.”.

Espero pelo relato da Luana Selva a respeito da qualidade desta tradução. De qualquer forma, se mesmo apesar dos eventuais deslizes de amadores o texto traduzido pela galera fugir dos infantilismos de tradutora “profissional” de Lia Wyler, já é um GRANDE passo.

O ponto mais importante dessa história toda é a enorme “barriga” marcada pela indústria editorial, que assim como as indústrias fonográfica e cinematográfica parece AINDA não ter entendido o que está acontecendo no mundo à sua volta. Nestes tempos de internet e organização em rede, não adianta tentar “segurar” nenhum conteúdo. Tudo que interessa acaba caindo na rede e sendo apropriado pelos “comuns”. Se a big media vacila, a gentesfera já está na área e faz o gol.

Um brinde à tradução colaborativa e à mobilização em rede!

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A Paula Góes contou no blogue da Liga dos Blogues sobre Tradução, ecoando matéria da Sandra Carvalho em seu blogue no site da Info, que “um grupo de mais de 400 adolescentes brasileiros, em multirão, acabaram a tradução de Harry Potter and the Deathly Hallows do inglês para o português da noite para o dia – apenas 4 dias após o lançamento mundial da edição oficial.”.

Espero pelo relato da Luana Selva a respeito da qualidade desta tradução. De qualquer forma, se mesmo apesar dos eventuais deslizes de amadores o texto traduzido pela galera fugir dos infantilismos de tradutora “profissional” de Lia Wyler, já é um GRANDE passo.

O ponto mais importante dessa história toda é a enorme “barriga” marcada pela indústria editorial, que assim como as indústrias fonográfica e cinematográfica parece AINDA não ter entendido o que está acontecendo no mundo à sua volta. Nestes tempos de internet e organização em rede, não adianta tentar “segurar” nenhum conteúdo. Tudo que interessa acaba caindo na rede e sendo apropriado pelos “comuns”. Se a big media vacila, a gentesfera já está na área e faz o gol.

Um brinde à tradução colaborativa e à mobilização em rede!

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