Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘cultura’

Apesar da azia (e do dia) terrivel, estou tentando saldar todas as minhas promessas. Infelizmente a publicação da quinta parte de O Cavaleiro e o Dragão vai ficar (de novo) para outra hora.

Contudo, aquí vai (conforme prometido no último post) a programação de amanhã (sexta) e sábado no Teatro Oficina Perdiz (encontrada neste post de Michel Santana no blog Jornalistinha):

Programação da Oficina do Perdiz para os próximos dias:

Quarta-feira (30/05): Apresentação do filme “Teatro Oficina Perdiz” às 21h, de Marcelo Dias.
Quinta-feira (31/05): Monólogo “Saída de Emergência”, apresentado por Zé Regino (horário não confirmado).

No dia 01 de junho vão começar as 24h de atividades do “Teatro Oficina Perdiz”. A maratona começa às 18h desta sexta-feira e vai até as 18h deste sábado. Na sexta será apresentada a peça “Quem fez 68 não faz 69”, interpretada por Ruth Guimarães, que faz uma pequena sátira a ditadura militar.

No sábado vai ser a vez do monólogo “Cobra Norato”, interpretada por Sérgio Viana. A apresentação conta o mito da “cobra grande da Amazônia”.

Para mais informações ligue no número: 3273-2364 e fale com Marcos Pacheco.

E vale aproveitar para dar uma lida neste outro post de Michel Santana a respeito do Teatro Oficina Perdiz, também no Jornalistinha:

“Ao ser questionado pelo Jornalistinha, Perdiz brinca ao dizer porque mantém a oficina. ”Só tenho a oficina mesmo porque tenho um carro”, comenta. Perdiz revela como conseguiu construir a estrutura. “Para construir a arquibancada eu demorei umas cinco horas. Comecei a ajeitá-la um dia era umas 13:30h, e quando deu umas 18:30h ela já estava terminada. Os acessórios depois eu coloquei aos poucos”, disse Perdiz.

Esses dias o teatro viveu uma fase um pouco turbulenta, com a ameaça de fechamento do local. Mas ao que tudo indica, a oficina será preservada, pelo menos foi o que garantiu o Governador do Distrito Federal. “O Oficina do Perdiz é um símbolo cultural, não pode ser fechada. Já consultei o secretário adjunto de Cultura, Ricardo Pires, para trazer uma solução para o local”, afirmou Arruda.”

Dizem que a reportagem feita pela Rede Record a respeito da situação (e da mobilização em defesa) do Teatro Oficina foi bem bacana. Contudo, parece que o vídeo ainda não chegou ao YouTube.

Read Full Post »

Recebi a informação e o convite da Ana Catarina no meu scrapbook do Orkut:

ATENÇÃO ARTISTAS!

O Perdiz recebeu ontem uma intimação,
dizendo que ele teria que

desocupar o local, dentro de 5 dias uteis…

Hoje, sexta-feira dia 25, vários artistas
se encontraram na frente da

oficina e ficou decidido que
TERÇA – FEIRA, DIA 29/05 AS 11HS
todos
nós vamos nos encontrar
em frente a oficina para fazer uma

manifestação.

Façam cartazes, divulguem e estejam lá…
vamos fazer barulho!

Não podemos deixar o Perdiz sozinho…
precisamos juntar muuuiiiiitaaaa

gente pq queremos parar a w3 norte!
(708/709 – perto do ceub)

vamos todos!!!! vamos parar a
W3 NORTE NA HORA DO ALMOÇO!!!!
Ajude a divulgar!!

Para quem não conhece o Teatro Oficina Perdiz, trata-se de uma oficina mecânica localizada no comércio da SCRN 708, na Asa Norte de Brasília, e que em várias noites da semana se transforma em um teatro que apresenta atrações a preços populares, além de ser um espaço aberto para artistas e companhias em início de carreira.

A própria idéia de se transformar uma oficina em teatro já é bem bacana. Junte-se isso então ao carisma do dono e do lugar, e o Teatro Oficina Perdiz torna-se um lugar extremamente bacana e que faz parte dos roteiros culturais brasilienses. Para quem conhece, e para quem ainda não conhece mas gostaria de ter uma chance de um dia poder conhecer, é um importante participar desta mobilização e passar em frente a notícia.

Como estou no Rio, tudo que posso fazer é passar a notícia em frente e torcer. O lugar fica ao lado da minha antiga casa, e eu gosto um bocado dele.

Não é a primeira vez que o teatro é ameaçado. Quando começaram a derrubar o prédio ao lado, por pouco o teatro não foi junto. Apenas com a mobilização dos artistas da cidade foi possível impedir que naquele mesmo momento o Teatro Oficina virasse uma pilha de escombros.

Abraços apertados do Verde.

Read Full Post »

“Não é fácil manter a franja lisinha
Tenho que fazer escova e chapinha
Mais difícil ainda é ver o mundo
assim do meu jeito:

O cabelo tampa o olho esquerdo
E eu só posso usar o direito!
Impossível…
Ser mais sensível que eu!…”

(primeira parte de “Eu sou Emo!“, d’Os Seminovos)

Eu sei que estou atrasado. Afinal, sou tão distraído que posso nem me aperceber de que é Carnaval. Mas como nunca é tarde para se descobrir as belezas da vida, descobri (com a dica preciosa do Ronaldão Lemos, grande representante de Uberlândia no Overmundo e do Brasil no Creative Commons) o quanto Os Seminovos são legais.

Tá legal, vamos combinar que eles não fazem nada de tão novo musicalmente. Por outro lado, Os Seminovos são verdadeiramente inovadores (ou no mínimo vanguardistas) em seu inteligente marketing viral (via youtube, orkut, chats, etc…) e pela antenadíssima distribuição “as is” de seu primeiro album nos moldes mombojanos (pois lugar de músico ganhar grana é em cima do palco, porra!). Sem experimentalismos desnecessários, os caras fazem rock competente — bem tocado, com bastante energia e sobretudo muito divertido — em um tempo em que muita gente anda dizendo que o artigo anda em falta no mercado. Talvez estejam olhando pro mercado errado, pois assim como os Seminovos há muitas outras bandas fazendo coisa muito boa (1, 2, 3…) fora do eixo Rio-Sampa, e até mesmo dentro dele. O lance é saber procurar, e não fazer que nem eu (e deixar o carnaval passar).

Mas como estou atrasado pra falar do Seminovos (que, ao que parece, todo mundo já havia descoberto menos eu — ainda bem pra eles!), não vou ficar aqui chovendo no molhado. Escutem os caras. É divertido, é rock, é coisa nossa (até pq ‘Berlândia é “logo alí” de Brasília), e é legalzão!

O site dos caras fica aqui.

Vou voltar ao meu conto balançando a cabeça ao som dos caras,
e volto quando tiver algo mais a dizer…

p.s. para ver os outros clipes dos caras no YouTube, basta dar uma chegada no perfil deles no site.

p.p.s. a Canção de Depressão deles merecia um post à parte. (“se você anda deprimido / mas que coisa demodê / eu tenho um mundo colorido / na farmácia pra você / a dor forte de perder uma paixão / não vai te incomodar / o emprego que só causa frustração / você vai passar a amar / fluoxietina, sertralina, citalopran / paroxetina, metazodona, conazepan / pra dormir bem à noite e acordar de manhã / bem melhooooooooooor…”)

p.p.p.s. quer saber? você sabe que encontrou uma banda de rock realmente boa quando, na primeira vez que você a escuta, tem a impressão momentânea de que achou a melhor banda do mundo. A banda de rock que não for ao menos por algumas horas da sua vida a melhor banda do mundo pra você, não vale a pena. Os Supernovos são, ao menos até a zero hora de amanhã, a melhor banda de rock do mundo pra mim. Pronto! :D

Read Full Post »

“Não é fácil manter a franja lisinha
Tenho que fazer escova e chapinha
Mais difícil ainda é ver o mundo
assim do meu jeito:

O cabelo tampa o olho esquerdo
E eu só posso usar o direito!
Impossível…
Ser mais sensível que eu!…”

(primeira parte de “Eu sou Emo!“, d’Os Seminovos)

Eu sei que estou atrasado. Afinal, sou tão distraído que posso nem me aperceber de que é Carnaval. Mas como nunca é tarde para se descobrir as belezas da vida, descobri (com a dica preciosa do Ronaldão Lemos, grande representante de Uberlândia no Overmundo e do Brasil no Creative Commons) o quanto Os Seminovos são legais.

Tá legal, vamos combinar que eles não fazem nada de tão novo musicalmente. Por outro lado, Os Seminovos são verdadeiramente inovadores (ou no mínimo vanguardistas) em seu inteligente marketing viral (via youtube, orkut, chats, etc…) e pela antenadíssima distribuição “as is” de seu primeiro album nos moldes mombojanos (pois lugar de músico ganhar grana é em cima do palco, porra!). Sem experimentalismos desnecessários, os caras fazem rock competente — bem tocado, com bastante energia e sobretudo muito divertido — em um tempo em que muita gente anda dizendo que o artigo anda em falta no mercado. Talvez estejam olhando pro mercado errado, pois assim como os Seminovos há muitas outras bandas fazendo coisa muito boa (1, 2, 3…) fora do eixo Rio-Sampa, e até mesmo dentro dele. O lance é saber procurar, e não fazer que nem eu (e deixar o carnaval passar).

Mas como estou atrasado pra falar do Seminovos (que, ao que parece, todo mundo já havia descoberto menos eu — ainda bem pra eles!), não vou ficar aqui chovendo no molhado. Escutem os caras. É divertido, é rock, é coisa nossa (até pq ‘Berlândia é “logo alí” de Brasília), e é legalzão!

O site dos caras fica aqui.

Vou voltar ao meu conto balançando a cabeça ao som dos caras,
e volto quando tiver algo mais a dizer…

p.s. para ver os outros clipes dos caras no YouTube, basta dar uma chegada no perfil deles no site.

p.p.s. a Canção de Depressão deles merecia um post à parte. (“se você anda deprimido / mas que coisa demodê / eu tenho um mundo colorido / na farmácia pra você / a dor forte de perder uma paixão / não vai te incomodar / o emprego que só causa frustração / você vai passar a amar / fluoxietina, sertralina, citalopran / paroxetina, metazodona, conazepan / pra dormir bem à noite e acordar de manhã / bem melhooooooooooor…”)

p.p.p.s. quer saber? você sabe que encontrou uma banda de rock realmente boa quando, na primeira vez que você a escuta, tem a impressão momentânea de que achou a melhor banda do mundo. A banda de rock que não for ao menos por algumas horas da sua vida a melhor banda do mundo pra você, não vale a pena. Os Supernovos são, ao menos até a zero hora de amanhã, a melhor banda de rock do mundo pra mim. Pronto! :D

Read Full Post »