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Posts Tagged ‘dádiva’

Acho que nos últimos três dias, e curiosamente na mesma casa em que aprendí esta lição pela primeira vez, redescobri o significado da dádiva (e muitas outras coisas sobre mim mesmo).

Só precisava deixar isso registrado.

É.

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Tenho mergulhado em leituras interessantes. Das “Palavras Andantes” de Galeano, emprestado de minha doce companheira, à releitura de trechos de vários livros lidos há muito ou pouco tempo, como a trilogia do Senhor da Guerra (de Bernard Cornwell), o Abarat de Barker e o “World of Tolkien” de David Day. A vontade de escrever, e as imagens e fragmentos ansiosos para ver o mundo, borbulham dentro de mim. Quando encontrar um momento, escreverei.

Mais do que tudo, tenho mergulhado na gramática dos silêncios e no universo do indizível. Além de qualquer história que possa ser contada, as histórias que se vive — aquelas que são além das palavras — são o que inflama as fogueiras da alma de um poeta. Por causa delas tenho cada dia mais vontade de escrever…

A vida não é fácil, mas tenho vivido encantado pela Dádiva.

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Está dificil escrever estes dias. Não é só a correria. Minha cabeça e meu coração também voam por outros lugares bem longe do teclado e de meus escritos. Mesmo assim, gostaria um bocado de conseguir sentar e escrever alguma coisa vez por outras nestes dias…

Mas não se pode ter tudo, e por hora prefiro as dádivas que vivo à minha escrita frenética e solitária de outrora. Tudo flui, e um dia ou outro, de um jeito ou outro, acabo voltando a escrever.

Por hora, me divirto quando posso em ler o que meus outros escritores andam pensando. A Luana Selva, por exemplo, irrita-se com as traduções de Lia Wyler para a série Harry Potter e nos lembra a todos que literatura infanto-juvenil não é literatura para débeis mentais. Antes disso, débeis mentais são aqueles que subestimam a sabedoria do infante frente a um livro.

Já a doce-amarga Patrícia Nardeli anda transformando velhos sonhos em novos escritos. Adoro tudo que ela escreve, mas sou um bocado suspeito para opinar, eu diria. =]

Enquanto isso, o Ernesto Albuquerque (o meu companheiro bukowskiano de tardes na extinta Estação 109) começou timidamente seu blogue, publicando algumas poesias. Não desista, Ernesto. Leva-se tempo para que um blogue de poesia atraia toda a atenção que gostaríamos! A sua poesia sobre a ‘imortalidade’ realmente me lembra de velhos tempos…

É tudo uma questão de encanto e dádiva, seja na literatura, seja na tradução, seja na vida.

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