Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘eduardo galeano’

Andando por entre as galerias da Rua Augusta em SP com a Patinha, finalmente achei — assim, meio por acaso, — a primeira parte da trilogia Memória do Fogo de Eduardo Galeano.

É a leitura de seus primeiros fragmentos (vou reproduzir alguns deles depois por aqui) que me deu novamente uma fagulha de encanto. Espero encontrar tempo, e juízo, pra mergulhar novamente no eu que estava deixando de lado.

De nada adianta que uma parte de mim voe se a outra se perde nas sombras.
Que as memórias de Galeano (e as tantas histórias e seres imaginários que me cercam) me ajudem a me reencontrar poeta em meio ao concreto dessa vida moderna.

Anúncios

Read Full Post »

Andando por entre as galerias da Rua Augusta em SP com a Patinha, finalmente achei — assim, meio por acaso, — a primeira parte da trilogia Memória do Fogo de Eduardo Galeano.

É a leitura de seus primeiros fragmentos (vou reproduzir alguns deles depois por aqui) que me deu novamente uma fagulha de encanto. Espero encontrar tempo, e juízo, pra mergulhar novamente no eu que estava deixando de lado.

De nada adianta que uma parte de mim voe se a outra se perde nas sombras.
Que as memórias de Galeano (e as tantas histórias e seres imaginários que me cercam) me ajudem a me reencontrar poeta em meio ao concreto dessa vida moderna.

Read Full Post »

Faz tempo que não me sento para escrever aqui. Não por falta de vontade, ou de históris porvoando minha cabeça. Talvez por falta de disciplina, mas certamente também por falta de tempo. De qualquer forma, resolvi seguir o exemplo da Patinha e dar um sinal de vida.

Não tenho tido tempo, ou não tenho encontrado o momento, para escrever minhas histórias também. Nestes dias corridos (mas realmente muito bons) que tenho vivido, as histórias surgem, dançam e vão embora em minha cabeça. Há coisas mais importantes a se fazer em certos momentos da vida do que contar histórias.

Tem-se que viver um pouco também, de quando em quando.
De qualquer forma As Memórias do Fogo de Galeano tem me feito bastante companhia nestes dias também. Os contos de Angela Carter nem conseguem competir pela atenção que dou ao Galeano ultimamente :)

E assim seguem os dias, até a próxima curva da estrada ou a próxima história para contar.

Em tempo… Esqueci de comentar no post retrasado, mas foi a Patinha que me apresentou ao Galeano. Se hoje me apaixono por histórias latino-americanas mais do que pelas européias, a culpa é quase toda dela e do Galeano (com uma mãozinha do Garcia Marquez).

Read Full Post »

Sempre que posso, estou comprando novos livros. Prefiro comprá-los em sebos — em parte por serem mais baratos, em parte por achar que é muito triste que um livro tenha apenas um ou poucos leitores — mas por vezes também os compro novos em livrarias.

Nestes últimos dias, comprei mais dois livros que agora estão morando em minha cabeça o tempo todo enquanto os leio. Um deles é uma coletânea do trabalho com contos de fadas “feministas” realizado por Angela Carter (embora eu ache o termo “feminista” um pouco duvidoso para caracterizarc material contido no livro), chamada “103 Contos de Fadas de Angela Carter” (Companhia das Letras, 2007). Embora discorde de alguns pontos do pensar de Angela sobre os contos de fadas e as fábulas, considero o livro um repositório precioso do repertório mundial dos contos de fadas aos olhos de uma mulher inglesa sensível e inteligente.

O outro livro que comprei é o segundo tomo de Memórias do Fogo (subentitulado “As Caras e as Máscaras”), do fantástico e ultra prolífico Eduardo Galeano (o mesmo de “As Palavras Andantes” e “As Veias Abertas da América Latina” (aqui em .PDF)), um fantástico apanhado romanceado das histórias, folclore e lendas da América Latina entre os séculos XVIII e XIX. O livro, escrito com a excelência constumeira de Galeano, me traz aquilo pelo que anseio ardentemente estes dias: as histórias do meu lugar, que me foram ora negadas, ora servidas de forma muito deturpada. É um tesouro, e prentendo comprar seus outros dois tomos em breve.

Estes dois livros caíram quase que magicamente do céu (ou vieram em tempo do Caldeirão de Histórias cósmico) neste meu momento de revisão e reaprendizado do meu lugar no munco, e da minha natureza enquanto contador de histórias. Acho que o resultado da leitura deles poderá ser sentido por aqui.

Só os Deuses parecem saber. Que sigam as Histórias.

Read Full Post »

“Javier Villafañe busca em vão a palavra que deixou escapar bem quando ia pronunciá-la. Onde terá ido essa palavra, que ele tinha na ponta da língua?
Haverá algum lugar onde se juntem todas as palavras que não quiseram ficar? Um reino das palavras perdidas? As palavras que você deixou escapar, onde estarão à sua espera?”

(Eduardo Galeano em “As Palavras Andantes“, pág. 222)

De um encontrador de palavras para um aprendiz de caçador de sentidos…

onde fica este reino?

Read Full Post »