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Posts Tagged ‘fadas’

obrigado por me lembrarem que há muitas portas onde os olhos cansados não enxergam nenhuma e muitos caminhos que vem e vão para além da estrada.

“…a estrada de pedra é o único caminho seguro que atravessa Terra dos Ventos e no rumo de Càera Fínne e da cidade portuária de Weailcom. Mas nem todos os viajantes que vão para lá estão em busca de caminhos seguros. Alguns estão ansiosos para descobrir o que encontrarão depois de se perderem da estrada.”
fragmento do Delianárra.

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fairy imaginaries… by ~cluracan on deviantART

“Folheando” meus velhos albuns de fotos do Flickr (aqui e aqui) e do DeviantART (aqui) em busca de uma foto de Brasília para ilustrar este post aqui, encontrei esta singela foto do último encontro dos Imaginários. Achei que ela é digna de ser publicada por aqui, para quem ainda não a conhecia. Ficou bacana, né?

Abraços do Verde.

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Peguei emprestado o nome de meu conto inacabado* para dar título a este post pois, cá entre nós, ele não poderia ter outro nome…

Depois de alguns dias frenéticos tentando (e não conseguindo) trabalhar, cansado demais para criar e com trabalho atrasado demais para descansar — o que acaba virando um impasse meio ridículo — finalmente consegui ter uma excelente e sonhadora (embora cronológicamente curta) noite de sono. E como sonhei! Foram tantos e tão variados sonhos, que vez por outra despertava no meio da noite e pulava da cama para anotá-los. Visitei tantas terras e reencontrei tantas pessoas imaginárias ou não que, confesso, acordei meio zonzo.

Depois de fazer meus exercícios de decisão de como seria meu dia, me coloquei a ler minhas anotações. Impressionante! Estava tudo lá! O pescador que se perde na tempestade e chega nas ilhas imaginárias, o pai e o filho que guardam o mar contra o peixe demoníaco, o rei-pescador, o rochedo com as três bruxas que apenas parecem boas, a Floresta dos Príncipes onde a discípula do Coyote vai se encontrar com a Senhora das Corujas para descobrir uma receita, o gnomo caçador de Bargheests, a Floresta dos Reis, os pequeninos beijadores de nariz, os cogumelos vermelhos, a Corte Invisível dos Sprites, a mão amputada do forasteiro, o peixe com o anel no estômago, o Velho Caminhante, o Dragão que se apaixonou pela Árvore, O Deus que cantou o Mundo e se esquece de si mesmo para se reencontrar, a caixa misteriosa entregue ao navegante, o navio inteligente e sua capitã, a ilha dos corvos com sua única árvore, a espada no meio dos girassóis, a Princesa Desencantada, o espelho que captura a alma daqueles que se miram envaidecidos, o jovem Cavaleiro e seu Dragão nos céus de Armach, os anões que não sabem o significado da palavra amor, os gigantes que apostam corridas em nuvens e as duas ninfas que brincam no lago…

Tudo…

Em uma noite eu sonhei um mundo inteiro.


* no conto “acorda pra sonhar” o protagonista é despertado do transe do dia a dia frenético da vida urbana por um insólito encontro com seu alter-ego onírico dentro de sua casa. Nada mais revelo, pois gosto de surpresas.

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“The Summer King is a haunting, absorbing, and lavishly told tale set in both present day Ireland and the world of Fairy.

Laurel, an 18-year old girl who is grieving the death of her twin sister Honor, returns to Ireland and the scene of her twin’s death to try and find out who killed her sister. While the devastated family thinks it was an accident, Laurel, armed with her sister’s puzzling journals, believes her sister was led into something unsavory. She finds, in addition to other disturbing entries, odd references to little people, in particular one little man. She’s also starting to be plagued with dreams.

Upon arrival in Ireland, Laurel finds her old boyfriend Ian Grey, who she was with the day her sister died, still nursing hurt that she had left him. She blamed him for her not being there to save her sister. These young people have lots of angst and passion to work out and that alone could fill a book, but wait: There’s the small matter of a cluricaun, something like a leprechaun but a little darker. This little guy reminds me of a small Bacchus, always toting around his poteen and pissing drunk when he’s not lying through his teeth.(…)”

Uma história encantada com conflitos emocionais, passada na Irlanda e onde aparece um cluricaun safado? Eu QUERO este livro! :D

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“The Summer King is a haunting, absorbing, and lavishly told tale set in both present day Ireland and the world of Fairy.

Laurel, an 18-year old girl who is grieving the death of her twin sister Honor, returns to Ireland and the scene of her twin’s death to try and find out who killed her sister. While the devastated family thinks it was an accident, Laurel, armed with her sister’s puzzling journals, believes her sister was led into something unsavory. She finds, in addition to other disturbing entries, odd references to little people, in particular one little man. She’s also starting to be plagued with dreams.

Upon arrival in Ireland, Laurel finds her old boyfriend Ian Grey, who she was with the day her sister died, still nursing hurt that she had left him. She blamed him for her not being there to save her sister. These young people have lots of angst and passion to work out and that alone could fill a book, but wait: There’s the small matter of a cluricaun, something like a leprechaun but a little darker. This little guy reminds me of a small Bacchus, always toting around his poteen and pissing drunk when he’s not lying through his teeth.(…)”

Uma história encantada com conflitos emocionais, passada na Irlanda e onde aparece um cluricaun safado? Eu QUERO este livro! :D

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Mais um post que bem podia ter ido para o Alriada, se este não estivesse marcado para reformas.

Um estudo da OMS indica que aproximadamente um em cada seis habitantes do planeta sofre de algum tipo de distúrbio neurológico. Por outro lado, o Instituto de Psiquiatria do King’s College de Londres afirma que um em cada três britânicos sofre de “paranóia ou desconfiança excessiva”. Será que agora começa a fazer sentido quando eu falo que esta civilização está deixando as pessoas doentes da alma?

Ao menos os holandeses estão sacando que ouvir vozes na cabeça dando conselhos e fazendo observações não é nada de fora do normal. Mas, o que dizer de um mundo em que dão ketamina para as pessoas e depois se surpreendem que elas tenham sacudido a depressão?

Em uma civilização doente e tola como esta, ainda acham estranho quando digo que prefiro conversar com fadas?

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