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Posts Tagged ‘internet-br’

A Paula Góes contou no blogue da Liga dos Blogues sobre Tradução, ecoando matéria da Sandra Carvalho em seu blogue no site da Info, que “um grupo de mais de 400 adolescentes brasileiros, em multirão, acabaram a tradução de Harry Potter and the Deathly Hallows do inglês para o português da noite para o dia – apenas 4 dias após o lançamento mundial da edição oficial.”.

Espero pelo relato da Luana Selva a respeito da qualidade desta tradução. De qualquer forma, se mesmo apesar dos eventuais deslizes de amadores o texto traduzido pela galera fugir dos infantilismos de tradutora “profissional” de Lia Wyler, já é um GRANDE passo.

O ponto mais importante dessa história toda é a enorme “barriga” marcada pela indústria editorial, que assim como as indústrias fonográfica e cinematográfica parece AINDA não ter entendido o que está acontecendo no mundo à sua volta. Nestes tempos de internet e organização em rede, não adianta tentar “segurar” nenhum conteúdo. Tudo que interessa acaba caindo na rede e sendo apropriado pelos “comuns”. Se a big media vacila, a gentesfera já está na área e faz o gol.

Um brinde à tradução colaborativa e à mobilização em rede!

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A Paula Góes contou no blogue da Liga dos Blogues sobre Tradução, ecoando matéria da Sandra Carvalho em seu blogue no site da Info, que “um grupo de mais de 400 adolescentes brasileiros, em multirão, acabaram a tradução de Harry Potter and the Deathly Hallows do inglês para o português da noite para o dia – apenas 4 dias após o lançamento mundial da edição oficial.”.

Espero pelo relato da Luana Selva a respeito da qualidade desta tradução. De qualquer forma, se mesmo apesar dos eventuais deslizes de amadores o texto traduzido pela galera fugir dos infantilismos de tradutora “profissional” de Lia Wyler, já é um GRANDE passo.

O ponto mais importante dessa história toda é a enorme “barriga” marcada pela indústria editorial, que assim como as indústrias fonográfica e cinematográfica parece AINDA não ter entendido o que está acontecendo no mundo à sua volta. Nestes tempos de internet e organização em rede, não adianta tentar “segurar” nenhum conteúdo. Tudo que interessa acaba caindo na rede e sendo apropriado pelos “comuns”. Se a big media vacila, a gentesfera já está na área e faz o gol.

Um brinde à tradução colaborativa e à mobilização em rede!

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Fabiano Franz, formando do curso de Web Design e Programação, criou o site http://literar.org para publicação livre de textos. O endereço já está liberado para uso público.

Fabiano Franz defende a idéia de democratizar a publicação de textos na Web, indiferente do autor e do estilo. “Qualquer pessoa pode ser , independente de seu status, produção literária prévia ou avaliação crítica, um autor literário”, diz. No seu site, o usuário tem liberdade para publicar textos, ler e votar nos textos favoritos, gratuitamente.

A idéia inicial do projeto surgiu a partir de um artigo do pensador francês Michel Foucault, intitulado “O que é um autor?”. Franz conta que nesse artigo, Foucault questiona o conceito de autoria, na sociedade atual. Em especial a partir do advento da imprensa, em que foi reforçada a idéia de que o ato de escrever e tornar-se um autor é privilégio de poucos, e aos demais indivíduos fica reservado apenas o ato de ler. Por outro lado, o advento das ferramentas tecnológicas trouxe grande revolução na área da música digital, como o mp3, e para o campo do audiovisual, como o site Youtube. Porém no mercado editorial e na área de literatura as iniciativas ainda é pequena.

O projeto surge motivado pela necessidade de mudança dessa realidade, comenta Franz. O site já possui mais de 150 textos publicados, compreendendo poesias, contos, narrativas, ensaios, crônicas e outros. Para o aluno, este foi o “pontapé inicial”, como ele mesmo diz, e pretende continuar com este trabalho. “Há várias novas propostas, uma delas é a criação do “narrador”, em que as pessoas possam “ouvir” os textos dos autores”, comenta.

Franz explica que usou a concepção de preceitos dos aplicativos da Web 2.0, que não há um domínio centralizado. “A própria comunidade ‘controla’ a publicação. Se um conteúdo tem boa aceitação ele será promovido, podendo vir a aparecer em lugares de destaque no site. Já os textos com menor aceitação pelos usuários simplesmente não alcançarão boas posições. Essa aceitação dos textos se dá por meio de votação”, explica.[…]”

(extraído do blogue do literar.org, mas originalmente publicado aqui)

O site me pareceu bem legal. Tem cheiro de rede social misturada com site de publicação de escritos. Já fiz o meu cadastro por lá, e vou ver se publico alguns de meus escritos já publicados no Overmundo por lá. Se a recepção for boa, começo a dedicar uma ou outra coisa nova ao site também.

UPDATE:
Publiquei “A moça acenando na janela” (eu nunca me decido entre o “na” e o “à” neste título) e “Reflexões sobre o fio de uma faca” por lá. Vamos ver qual será a recepção. Em breve publico outros contos, como “Transgressão” e “Uma casa morrendo“.

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Fabiano Franz, formando do curso de Web Design e Programação, criou o site http://literar.org para publicação livre de textos. O endereço já está liberado para uso público.

Fabiano Franz defende a idéia de democratizar a publicação de textos na Web, indiferente do autor e do estilo. “Qualquer pessoa pode ser , independente de seu status, produção literária prévia ou avaliação crítica, um autor literário”, diz. No seu site, o usuário tem liberdade para publicar textos, ler e votar nos textos favoritos, gratuitamente.

A idéia inicial do projeto surgiu a partir de um artigo do pensador francês Michel Foucault, intitulado “O que é um autor?”. Franz conta que nesse artigo, Foucault questiona o conceito de autoria, na sociedade atual. Em especial a partir do advento da imprensa, em que foi reforçada a idéia de que o ato de escrever e tornar-se um autor é privilégio de poucos, e aos demais indivíduos fica reservado apenas o ato de ler. Por outro lado, o advento das ferramentas tecnológicas trouxe grande revolução na área da música digital, como o mp3, e para o campo do audiovisual, como o site Youtube. Porém no mercado editorial e na área de literatura as iniciativas ainda é pequena.

O projeto surge motivado pela necessidade de mudança dessa realidade, comenta Franz. O site já possui mais de 150 textos publicados, compreendendo poesias, contos, narrativas, ensaios, crônicas e outros. Para o aluno, este foi o “pontapé inicial”, como ele mesmo diz, e pretende continuar com este trabalho. “Há várias novas propostas, uma delas é a criação do “narrador”, em que as pessoas possam “ouvir” os textos dos autores”, comenta.

Franz explica que usou a concepção de preceitos dos aplicativos da Web 2.0, que não há um domínio centralizado. “A própria comunidade ‘controla’ a publicação. Se um conteúdo tem boa aceitação ele será promovido, podendo vir a aparecer em lugares de destaque no site. Já os textos com menor aceitação pelos usuários simplesmente não alcançarão boas posições. Essa aceitação dos textos se dá por meio de votação”, explica.[…]”

(extraído do blogue do literar.org, mas originalmente publicado aqui)

O site me pareceu bem legal. Tem cheiro de rede social misturada com site de publicação de escritos. Já fiz o meu cadastro por lá, e vou ver se publico alguns de meus escritos já publicados no Overmundo por lá. Se a recepção for boa, começo a dedicar uma ou outra coisa nova ao site também.

UPDATE:
Publiquei “A moça acenando na janela” (eu nunca me decido entre o “na” e o “à” neste título) e “Reflexões sobre o fio de uma faca” por lá. Vamos ver qual será a recepção. Em breve publico outros contos, como “Transgressão” e “Uma casa morrendo“.

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O excelente projeto/banda Lixo Extraordinário de Valdir Batone e extraordinária companhia está de site novo. Se o antigo já era bacana, permitindo o dowload de quase todo o primeiro álbum da banda e oferecendo um blog antenado, além de outros mimos para os fãs, o novo ficou ainda mais bonito e agora oferece o album inteiro pronto para “baixar e montar”, além das músicas e das letras em separado.

Para quem ainda não conhece o Lixo Extraordinário, que se tornou uma das minhas bandas prediletas desde que cheguei ao Rio de Janeiro e conheci o Batone e a Gabi, esta é uma excelente chance de conhecer o trabalho dos caras.

Tá esperando o quê? Passa lá e vê, rapá! :)

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“Conversando ontem com o Valdir Batone e com a Gabi Andrade, participantes da conversa sobre o Manual de Auto-Publicação na Rede para Músicos Independentes que está rolando no Fórum de Conversas do Overmundo, integrantes do excelente projeto musical independente Lixo Extraordinário e, como prefiro chamá-los, meus novos amigos, senti que a idéia de escrever um Manual de Auto-Publicação para Músicos e Músicas Independentes é não apenas possível, mas também uma necessidade deste momento. Sim, este é o momento! Várias bandas e musicistas, assim como vários artistas de várias mídias, já estão descobrindo não apenas que as mídias tradicionais não mais representam a realidade da cena artística em que estão inseridos (“cenas artísticas se criam, se inventam”, diria o Valdir) como também que é possíver criar vias alternativas, mais verdadeiras e democráticas, para a difusão e discussão de seu trabalho.”

(leia o resto do meu texto lá no Overblog do Overmundo)

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Mais bacana ainda do que as traduções de H.P.Lovecraft feitas pelo Viktor Chagas (também conhecido como KA-AK-KIM) e publicadas no Overmundo, é o site de nosso discreto e inspiradíssimo overcolaborador. O ContoAberto.org, que acabo de descobrir na pesquisa feita para meu post sobre as traduções de Lovecraft, salta aos olhos logo à primeira vista como um excelente projeto de difusão e discussão da literatura independente brasileira. Para falar sobre o site, prefiro usar as próprias palavras de nosso escritor-colaborador na descrição do projeto contida no próprio site:

“CONTOABERTO.ORG é um espaço experimental para reflexão literária. Um canal independente de produção e circulação de conteúdos hipertextuais.

Nascido nos idos anos 90, bem no finzinho da década, em 1999, o projeto Quem conta um ponto aumenta um conto… funcionava a partir de duas vertentes principais: uma, como galeria, expondo trabalhos e obras conclusas de escritores inéditos e desconhecidos do grande público; a outra, propondo-se a iniciar uma série colaborativa de contos e poesias, em que cada autor podia escrever seu capítulo, sua estrofe, e daí aumentar o seu conto.

Funcionando como uma espécie de revista eletrônica, as atualizações a cada versão traziam um novo desenho gráfico e novas contribuições de autores nacionais e internacionais de língua portuguesa, sem qualquer ônus para os escritores. Bastava apenas que seus trabalhos fossem remetidos para a equipe editorial do site e avaliados positivamente.”

Espaços como o ContoAberto.org são fundamentais, assim como o Overmundo, para o novo movimento de crescimento da produção e publicação literária independente brasileira. O uso da rede como espaço de fomento, captação, agregação e difusão dos produtos de tantos artistas ora desconhecidos de nosso enorme país é fundalmental não apenas para a literatura, mas também para o teatro e a música independentes do Brasil (assim como de todo o resto deste mundo).

Aproveito para deixar aqui os meus sinceros parabéns para o Viktor pelo site, pelas iniciativas, pelo seu ótimo texto e, por que não, por ser um cara tão bacana.

Sem maiores rasgações de seda, vou mergulhar no ContoAberto.org e tentar descobrir algumas das coisas fantásticas que devem haver para serem descobertas por lá.

UPDATE:
O Blog do Viktor no ContoAberto é bem bacana, e o WikiContoAberto com sua proposta de produção colaborativa a muitas mãos é outra idéia muito boa do nosso bom e sábio rapaz dos pés chinelentos. Estou encantado.

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