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E por falar em cultivar a Imaginação, um novo usuário entrou no meu há-muito-silencioso grupo de discussão sobre Changeling e está trazendo vida nova ao lugar, e à imaginação dos membros mais antigos. Este post é para aplaudir a imaginativa e revitalizante chegada de Werban ao Changeling: the Dreaming – Brasil.

Valeu, Werban!

UPDATE:
Até agora, Werban já abriu tópicos interessantes sobre Changelings Brasileiros, Changelings no Futuro, Changelings no Passado, Lugares Mágicos e os Vampiros Kyasid.

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É estranho como o ofício de escritor, antes tão solitário por natureza, tem se tornado cada vez mais social nestes tempos digitais. Se antes as horas de escritor eram longas e silenciosas, cheias de palavras ditas e ecoadas só pelas paredes, hoje elas são um burburinho tão amoroso e tão intenso do qual ele tem que escapar por vezes para conseguir escrever mais.

Fico exultante, feliz e saltitante, com cada elogio que minhas obras recebem. Gosto de atender a todos, responder a todos, ler tudo aquilo que meus leitores-escritores estão produzindo… Mas as horas do dia ficam curtas para tudo isso.

Ainda estou aprendendo a lidar com toda esta atenção e reconhecimento.
Sejam pacientes comigo.

E muito, muito, muito obrigado mesmo!

p.s. e, respondendo à pergunta de uma querida amiga: é um estranho que ainda não sei dizer se é bom ou ruim. É bom, ao menos em parte, porque é uma coisa cheia de amor e apreciação… me projeta às nuvens… mas por outro lado me é um pouco angustiante nem sempre conseguir retribuir a todos, atender a todos, dar a atenção merecida a todos. Sinto-me afogado em carinho. Ainda estou aprendendo…

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Olhando o google em busca de links e revendo velhos escritos sobre o maravilhoso primeiro livro de Robert M. Pirsig (onde ele lança as bases de sua Metafísica da Qualidade), reencontrei o link para a versão integral do livro disponível na internet.
Quer ler? O livro está aqui (por enquanto, apenas na língua inglesa).

“”Quality”, or “value” as described by Pirsig, cannot be defined because it empirically precedes any intellectual constructions. It is the “knife-edge” of experience, known to all. “What distinguishes good and bad writing? Do we need to ask this question of Lysias or anyone else who ever did write anything?” (Plato’s Phaedrus, 258d). Likening it with the Tao, Pirsig believes that Quality is the fundamental force in the universe stimulating everything from atoms to animals to evolve and incorporate ever greater levels of Quality. According to the MOQ, everything (including mind, ideas and matter) is a product and a result of Quality.”


(retirado do verbete da wikipedia anglófona sobre Metafísica da Qualidade)

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Olhando o google em busca de links e revendo velhos escritos sobre o maravilhoso primeiro livro de Robert M. Pirsig (onde ele lança as bases de sua Metafísica da Qualidade), reencontrei o link para a versão integral do livro disponível na internet.
Quer ler? O livro está aqui (por enquanto, apenas na língua inglesa).

“”Quality”, or “value” as described by Pirsig, cannot be defined because it empirically precedes any intellectual constructions. It is the “knife-edge” of experience, known to all. “What distinguishes good and bad writing? Do we need to ask this question of Lysias or anyone else who ever did write anything?” (Plato’s Phaedrus, 258d). Likening it with the Tao, Pirsig believes that Quality is the fundamental force in the universe stimulating everything from atoms to animals to evolve and incorporate ever greater levels of Quality. According to the MOQ, everything (including mind, ideas and matter) is a product and a result of Quality.”


(retirado do verbete da wikipedia anglófona sobre Metafísica da Qualidade)

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“Conversando ontem com o Valdir Batone e com a Gabi Andrade, participantes da conversa sobre o Manual de Auto-Publicação na Rede para Músicos Independentes que está rolando no Fórum de Conversas do Overmundo, integrantes do excelente projeto musical independente Lixo Extraordinário e, como prefiro chamá-los, meus novos amigos, senti que a idéia de escrever um Manual de Auto-Publicação para Músicos e Músicas Independentes é não apenas possível, mas também uma necessidade deste momento. Sim, este é o momento! Várias bandas e musicistas, assim como vários artistas de várias mídias, já estão descobrindo não apenas que as mídias tradicionais não mais representam a realidade da cena artística em que estão inseridos (“cenas artísticas se criam, se inventam”, diria o Valdir) como também que é possíver criar vias alternativas, mais verdadeiras e democráticas, para a difusão e discussão de seu trabalho.”

(leia o resto do meu texto lá no Overblog do Overmundo)

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Segundo um post do BrPoint.net, o serviço de agregação de blogs BlogBlogs é o mais próximo que temos, no Brasil, a um Technorati. Como eu sou bem chegado nesse tipo de coisa, resolvi fazer meu cadastro lá e clamar meus blogs, só para experimentar.

Aliás, estou aproveitando este post para provar para eles que sou eu que manda aqui.
Vamos ver se funciona…

Espero que ao menos o BlogBlogs seja mais esperto que o Technorati e perceba que SIM, EU ESTOU BLOGANDO aqui! :D

BlogBlogs.Com.Br

UPDATE 24/02:
Enfim, depois de publicar uma pequena reclamação no forum de ajuda do Technorati, site resolveu se aperceber de que o Caderno do Cluracão é um blog até bem ativo, e que tem gente linkando para cá (no momento ele acusa 21 links por 4 blogs segundo o próprio Technorati). Sentindo-me reconhecido em meu bloguinho de estimação, eu até já poderia dormir em paz. Mas é muito mais divertido trabalhar quando as coisas estão dando certo, então, por agora, fico por aqui trabalhando mais um pouco.

Em tempo, o BlogBlogs ainda tem muito o que crescer, mas é uma criança bonita e sadia, embora pareça sofrer de um sério caso de distúrbio de atenção.

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Por falar em Os Seminovos, o Miguel Caetano do excelente blog Remixtures da blogosfera d’além mar (que fala sobre Cultura Livre, P2P, remix e colaboração) fez um post bem bacana falando da banda Zémaria (do Espírito Santo), e também comentando sobre o Mombojó e Os Seminovos — todos do primeiro time da música independente auto-publicada na internet no Brasil. Deixei lá um comentário dando a ele o toque sobre o pessoal do Lixo Extraordinário e do Supercordas (e pedindo ‘por favorzinho’ para que ele não embarque na comparação não muito inspirada entre Os Seminovos e os Mamonas Assassinas, uma banda que cá entre nós era o ó do borogodó comercialesco).

Foi então que me toquei que isso é só a ponta do iceberg. Dá pra sentir que agora é o momento em que vai estourar (ainda bem) a prática da auto-publicação por parte das bandas independentes (sejam de rock, pop, metal, tecnobrega ou o escambau) na rede brasileira (e na portuguesa também). Sentindo o cheiro do momento, acho que é hora de surgir um manualzinho (ou muitos) de autopublicação para bandas independentes. Já falei pra mim mesmo (e pro meu irmão, e pro povo do overmundo) que pretendia me meter a escrever um manual desses, mas até agora estou só enrolando…

Vou ver se amanhã tomo coragem de meter a cara em começar a organizar isso.

p.s. por falar em Cultura Livre, existe um excelente texto sobre Cultura Livre e “Open Business Models escrito pela Oona Castro (e cujo link não consegui enfiar no post por puro macarronismo redatorial).

UPDATE:

No blogue do Miguel Caetano há também uma lista das netlabels brasileiras e portuguesas (além de uma pá de blogadas legais sobre o assunto). Fiquei surpreso ao saber que já são tantas, e que já estão fazendo trampos tão legais. Viva a cultura livre! Viva a música e a arte independente! E agora, neste momento, viva a minha cama!

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