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Posts Tagged ‘neil gaiman’

No outro dia descobri que adoro um ukelele. Na verdade eu já sabia disso desde antes de ter ouvido a primeira música do Beirut, mas como eu já disse várias vezes, eu frequentemente esqueço das coisas.

Hoje o Neil Gaiman (@neilhimself, ele mesmo) deu a dica do trabalho novo da Amanda Palmer, “Amanda Palmer Performs The Popular Hits Of Radiohead On Her Magical Ukulele“. Como gosto de ukeleles, Gaiman e de sua companheira, fui lá ouvir.

Curti muito!

Mas eu não posso negar que a minha predileta é esta aqui… que não é com o ukelele. Mas é porque é uma de minhas músicas prediletas do cabeça de rádio mesmo…

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– (…) if you’re the same cat I saw at home, how can you talk?
– I can talk.
– Cats don’t talk at home.
– No?
– No.
– Well, you’re the expert on these things. After all, what would I know? I’m only a cat.

(…)

– Please, what’s your name? Look, I’m Coraline, okay?
– *YAWN*
– …
– Cat’s don’t have names.
– No?
– No. Now, you people have names because you don’t know who you are. We know who we are, so we don’t need names.

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Desisti de escrever o que estava escrevendo. Bem, não é que eu desisti de escrever em si. É mais como se eu tivesse desistido de escrever aquilo que estava escrevendo, que não estava refletindo o que eu queria escrever. Alguns escritos simplesmente dão errado. E escritos não são como pessoas. Eles por vezes não encontram seu caminho. É melhor simplesmente amassar o papel em que se escrevia (ou o equivalente digital “close document” – “don’t save”), abortar, partir pra outra.

Fico então olhando a Fionna, minha gata, passear pela cozinha, ansiosa e frustrada pela estupidez de seu humano — eu — em ter esquecido de comprar comida para ela. Lembro-me de ter lido certa vez, ou mais de uma vez, que Neil Gaiman declarava que ouvia todas as histórias que contava de seu gato, ou seria gata? Não importa, ao menos pra mim, o sexo do felino. O que importa é que eu gostaria, ao menos uma vez, de poder ouvir uma história que a Fionna me contasse. Quem sabe se Neil me ensinasse a entender a fala dos gatos. Acho que seria a solução. Pois o contrário, a Fionna aprender com o gato, ou gata, de Neil Gaiman a falar a fala das gentes, poderia esbarrar no costumaz desinteresse dos felinos — dos dois felinos envolvidos, no caso. Fionna só quer comida, eu não conheço Neil Gaiman pessoalmente, e muito menos seu gato ou gata, e eu deveria estar tentando escrever as histórias que tenho pra contar neste momento em vez de escrever este post sem pé nem cabeça.

Mas de uma forma ou de outra, estas palavras me soaram bem mais honestas do que qualquer história que eu poderia contar neste momento. Queria poder contar uma história sobre gatos e gentes, e sobre suas histórias. E isso é justamente a idéia que eu precisava.

Lúti vai contar a história.

(e é assim que a gente recomeça. deixa a mente vagar pra fora da história, ronda um pouco que nem um gato procurando comida, e então — zás! — você reencontra a senda da história.)

Hora de voltar a meus escritos.
Espero que a Fionna ache comida. Seria terrível escrever com ela miando no meu ouvido.

Onde eu estava?

Ahhh, sim…

“Lúti observava a chuva caindo através da janela…

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No outro dia, conversando sobre histórias encantadas e fábulas com a Patinha, lembrei-me desta excelente versão de Neil Gaiman para uma história encantada que nos é bastante familiar. Em sua releitura, Gaiman transforma (ou re-transforma) a história esterilizada pela Disney e pelos publicadores de fábulas dos últimos 200 anos em uma história escura que fala mais de nós, gentes, do que de qualquer outro tipo de monstro.

É sobretudo uma história encantada por natureza.
Neil Gaiman é um mestre!

Publiquei o conto Neve, Vidro, Maçãs em meu outro blogue, Alriada Express, há mais de três anos. Pensei em republicá-la aqui, mas achei que seria desnecessário. Logo, aos que quiserem ler a fábula em questão, basta clicar aqui para ver o post original de 29 de junho de 2004, que contém a fábula na íntegra.

p.s. qual não foi minha supresa ao descobrir que o Alriada Express é o primeiro hit do Google quando se procura por “Neve, Vidro, Maçãs”.

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No outro dia, conversando sobre histórias encantadas e fábulas com a Patinha, lembrei-me desta excelente versão de Neil Gaiman para uma história encantada que nos é bastante familiar. Em sua releitura, Gaiman transforma (ou re-transforma) a história esterilizada pela Disney e pelos publicadores de fábulas dos últimos 200 anos em uma história escura que fala mais de nós, gentes, do que de qualquer outro tipo de monstro.

É sobretudo uma história encantada por natureza.
Neil Gaiman é um mestre!

Publiquei o conto Neve, Vidro, Maçãs em meu outro blogue, Alriada Express, há mais de três anos. Pensei em republicá-la aqui, mas achei que seria desnecessário. Logo, aos que quiserem ler a fábula em questão, basta clicar aqui para ver o post original de 29 de junho de 2004, que contém a fábula na íntegra.

p.s. qual não foi minha supresa ao descobrir que o Alriada Express é o primeiro hit do Google quando se procura por “Neve, Vidro, Maçãs”.

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Terceiro post seguido sobre o monstro de Northampton, mas ele merece! :)

Fotos do casamento de Alan com Melinda Gebbie, direto do blog de Neil Gaiman (outro grande cara, cá entre nós…)

Para ver todas as fotos (com link para versão fullsize) no blog do Neil Gaiman, clique aqui.

Como o blog é meu, eu tenho direito a um último comentário perfeitamente indispensável:

O Alan Moore ficou tão fofinho depois de velho, com cara de feliz e com essas roupas, não? :D

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