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Posts Tagged ‘overmundo’

Não é a primeira vez que chamo a atenção para as excelentes traduções de obras de H.P. Lovecraft publicadas por Viktor Chagas lá no Overmundo. Mas um misto da necessidade de tê-las listadas em algum lugar e do prazer de reapresentar o excelente trabalho de meu amigo Viktor, que entre outras coisas é um excelente tradutor, me levaram a fazer um post listando suas traduções de Lovecraft publicadas no Overmundo.

Além disso, ainda há a excelente ficção inspirada por Lovecraft publicada pelo Viktor lá no Overmundo:

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Depois de uma(s) inspiradora(s) conversa(s) ontem à tarde, sinto que deveria retomar o conto-encantado-folhetim O Cavaleiro e o Dragão (publicado até o 6º capítulo aqui e no Overmundo) e a história encantada Delianárra (da trilogia Arranárra, Delianárra e Lothienárra). Mas creio que neste momento o Acorda Para Sonhar seja minha prioridade. Então, vamos ver o que vou fazer…

UPDATE: Para quem quer achar os capítulos de “O Cavaleiro e o Dragão” publicados no Overmundo, também os estou indexando aqui.

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“Existem caminhos para quem quer caminhar.
Existem caminhos para qualquer lugar.
Caminhos escuros, perigosos, trilhas estranhas,
e estradas largas cruzando planícies tamanhas
Que nunca se sonhou poder atravessar.

Existem caminhos verdejantes e belos
que nos levam de castelo em castelo,
de covil em covil, através dos bosques
cheios de fadas e feras, terras das hostes
das pessoas feitas de sonhos, imaginárias…

Existem caminhos sempre
Basta persistir e seguir.
Os Deuses da estrada abençoam
aquele que não se deixa cair.

Eu só quero encontrar o jardim
no qual eu possa me deitar e sonhar…”

-=-

A poesia é de outros tempos, reencontrada por meio do blogue de alguém que a encontrou, ou que nela se encontrou, em algum momento entre lá e cá.

E de lá para cá, foram muitos os caminhos que andei. Alguns me levaram para longe. Em outros me perdi. Em todas estas caminhadas, encontrei e aprendi muita coisa, e perdi tantas outras coisas, de mim e do que era de meu haver, esquecidas em algum pouso ou roubadas pelos perigos da estrada.

E em todos estes caminhos que trilhei, é certo de que havia sempre a vontade de encontrar os melhores caminhos. Mas hoje me pergunto se fiz mesmo as melhores escolhas. Acho que algumas, aquelas que me levaram mais e mais para longe de mim mesmo, por qualquer motivo que fosse, foram terríveis.

Agora me vejo no difícil momento de descobrir onde estou, para então descobrir qual é o caminho de volta. É certo que o primeiro passo é abandonar a estrada e reencontrar as minhas trilhas. Só elas me levam através da muralha…

Estou cansado destas terras. Quero voltar para casa.

p.s. e por falar em casa, acho irônico que a foto que ilustrou esta poesia desde o princípio seja do Parque Olhos D’Água, que agora posso ver pela janela. Por vezes, ao entardecer, fico olhando para o parque, como se esperasse me ver passar por lá, para ver se me encontro…

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Ontem um dos maiores imaginários e festeiros do Brasil foi-se embora tocar rabeca pras estrelas. Eu ví o pequeno-grande-homem tocar, e eu sei que as estrelas vão gostar.


(foto do Mestre Salú por Ana Cullen, no Overmundo)

Segue em paz, Mestre Salustiano.

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Ontem um dos maiores imaginários e festeiros do Brasil foi-se embora tocar rabeca pras estrelas. Eu ví o pequeno-grande-homem tocar, e eu sei que as estrelas vão gostar.


(foto do Mestre Salú por Ana Cullen, no Overmundo)

Segue em paz, Mestre Salustiano.

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“O Grupo Kalahamsa tocará na taberna Mittelalter (descrita aqui em excelente artigo do Daniel Duende) na sexta-feira, dia 30 de novembro, a partir das 21h.

No repertório, músicas de tradição celta da Irlanda, Galícia, Astúrias, Portugal, além de composições próprias. O ambiente não poderia ser mais apropriado, apresentando decoração medievalista, atendentes vestidos a caráter, espaço confortável e cerveja artesanal a preço excelente.”

Esta apresentação vai ser bem bacana. Espero conseguir não perdê-la.

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“Amor de verdade é pra segurar as pontas.
Há de ter vontade de ser melhor,
há de fazer alguma força e de cantar
algum canto de dormir.
Tem que se ter esperança e vontade
e confiar nas coisas belas do estar.

Amor de verdade não questiona, pergunta;
não se entrega ou se corta
mas também dói e estica.
Não tem remédio, mas tem sempre curativo;
não tem punho fechado,
pois com a mão aberta a pele se mostra melhor.

Ele é noite para quem passou o dia,
é madrugada para quem deita tarde.
Amor de verdade se dá, mas não se toma.
Se deita, mas não se doma.
Ele tem pontas dos dedos e tem segredos
e tem seu jeito de afastar os medos.

Acima de tudo, amor de verdade não é perfeito,
ele é completo e presente, é muito mais.
Amor perfeito é só uma planta…”

(O amor perfeito é só uma planta,
Daniel Duende ~ 06/08/2004)

É uma alegria para um poeta transbordante saber que uma de suas poesias anda viajando de boca em boca, de blogue em blogue, e embalando outros amores.

Acabei de descobrir que “O amor perfeito é só uma planta“, poesia minha de 6 de agosto de 2004 republicada no Overmundo em 2006, foi reproduzida (com créditos quase adequados — faltou um linque!) no blogue de um apaixonado geek chamado Raniere.

Valeu pela citação, Raninho! Sejam felizes, R²! :D


(foto publicada no Overmundo para ilustrar a poesia em 2006)

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