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O Adroaldo Bauer deu a dica lá no post d’O Cavaleiro e o Dragão (parte 6) no Overmundo, eu fui olhar e gostei. o Jornal das Pequenas Coisas, da escritora, poetisa e defensora de benjamins Rita Apoena, é um blogue doce, simpático e muito bem escrito.

Mais do que a propaganda, ele vale muitas visitas. Quem sabe uma hora ela volte das escritas e reabra os comentários para que possamos elogiar o blogue dela. :)

p.s. e este é um post com vírgulas demais, mas quem se importa? deixe as vírgulas serem felizes correndo por entre as letras…

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A parte 6 de O Cavaleiro e o Dragão, uma das minhas várias partes prediletas nesta minha “fábula-folhetim“*, já está na fila de edição do Overmundo.

Aos meus leitores que a acompanham, não é necessário dizer mais nada.
(e para aqueles que não acompanham… bem, de que adiantaria dizer alguma coisa?) :)


* este termo foi cunhado para a fábula O Cavaleiro e o Dragão pelo amigo Spírito Santo, em um inspirado comentário deixado em meu perfil no Overmundo. Spírito, você é um barato, cara! :)

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Para quem ainda não viu, a parte 5 de O Cavaleiro e o Dragão já está publicada no Overmundo. Sei que muitos de meus leitores fiéis já leram e comentaram por lá, o que me deixa muito feliz, mas nunca é demais avisar novamente àqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ler.

O Cavaleiro e o Dragão

parte 1
parte 2
parte 3
parte 4
parte 5

p.s. a imagem do post é uma impagável foto de Haidee Lima usada originalmente no excelente post A Bula e o Escrevinhador, de Spirito Santo, no Overmundo. O post fala sobre a antiguidade e imortalidade das histórias e sobre a ‘jornada do escritor’ de Chris Vogler. Vale a pena conferir. Ainda vou acabar fazendo um post aqui sobre este post do Spirito. Eles (Spirito e post) merecem!

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Chegou hoje, pelo correio, o esperado exemplar do livro O Dia do Descanso de Deus, de Adroaldo Bauer, o qual eu andava ansioso para ler na íntegra desde o momento que tive a chance de degustar-lhe os primeiros capítulos no Overmundo e no blogue do Adroaldo.

Segue um dedo da prosa do mano Adroaldo:

“(…)Sem erguer os cotovelos da madeira luzidia de um balcão tosco encerado por dúzias de mangas de flanela, brim ou panos de algodão cru ali escorridos, nem levantando os olhos de sob a aba do chapéu, Romão falou, ainda de costas, fitando o reflexo do desafiante num espelho enferrujado da prateleira de bebidas atrás do balcão:
– Valentia não é coisa que se cheire ou bebida barata que se arrota em boteco.
– Nem covardia! Urrou o cuera, no tom de desfeita, puxando da cintura uma pistola, disparando um tiro.
Um jorro de sangue descreveu leve curva por sobre o reflexo do homem no balcão até uma cruz efêmera formada pela sombra de ambos no assoalho. Romão percebera o sujeito às suas costas sacando uma pistola, girou felino o próprio corpo sobre os saltos da bota. Projetou veloz o fio da navalha. Riscou de vermelho, fora a fora, o pescoço do desafeto. Não se ouviu mais som qualquer, após o corpo desabar frouxo os costados no piso gasto do bar.(…)”

(trecho do primeiro capítulo de “O Dia do Descanso de Deus”)


Prometo falar mais sobre o livro tão logo terminá-lo.
Será uma deliciosa leitura, com certeza.

Valeu pela atenção e pelo rápido envio de sua obra, mano Adroaldo!

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“(…)Rosa está em silêncio. Olha para a televisão como se ela não estivesse lá. Suspira profundamente, quase que com um susto. Olha para o sol que espreita pelas persianas fechadas da sala. Está tão abafado! Levanta-se e caminha até a janela. A onda de luz que invade a sala quando as persianas são levantadas é física, faz balançar o corpo leve de Rosa. Ela olha para a rua lá fora. Carros passam devagar, e tudo parece silencioso neste amanhecer de domingo. Rosa volta a sentar-se. Não vê mais a televisão, ou a poeira no ar. Rosa tem um vislumbre da infância, brincando na rua de pedras desiguais. Lá ela também vê o sol, mas ele ilumina toda uma vida que ainda a esperava pela frente. Agora Rosa já sabe como é viver uma vida inteira. O barulho de um prato quebrando na cozinha a desperta por um momento. Rosa sente uma certa tristeza de ter sido trazida de volta de sua infância. Suspira novamente, devagar e com dificuldade, enquanto os raios de sol dançam.(…)”
(trecho do conto “Uma casa morrendo”, publicado no Overmundo)

Fiquei muito feliz em ver a recepção que este conto teve lá no Overmundo até agora. No momento em que faço este post são mais de 130 votos — que levaram o conto à capa do Overmundo — e 25 comentários (incluindo os meus, de agradecimento, claro). Eu, que não havia dado muito por ele quando o escrevi por achá-lo muito triste, espero ter agora aprendido a lição de que todo escrito que é rabiscado de coração merece ser dado ao mundo…

Mais escritos virão em breve…
Obrigado a todos pelo carinho, e por me lerem!

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Publiquei um conto novo no Overmundo, resgatado do fundo da minha gaveta por circunstâncias da vida. “Uma casa morrendo”, do qual já publiquei um fragmento por aqui, é um conto sobre amor e tempo, e o considero um bocado triste, embora seja belo. Acho que tenho uma queda pela beleza triste…

Enquanto isso, as fotos (esta e esta) que postei no Banco de Cultura do Overmundo já estão em votação. Aos votantes, peço uma forcinha.

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Faz algum tempo que as reviravoltas da vida, a falta de inspiração e disciplina e, talvez, a falta de tempo, têm me impedido de publicar coisas novas no Overmundo. Tendo em vista que passei a tarde mergulhado em escritos e ainda me sobrou alguma inspiração, resolvi publicar duas fotos no overmundo, só para movimentar as coisas. “Into the Sea…” e “Foto aleatória” já estão na fila de edição. São as mesmas publicadas no fotolog, mas os textos estão diferentes — escrevi poesias novas, ou tentei, para acompanhar as imagens que ganham novo valor para mim. Se estão curiosos, que tal dar uma olhadela por lá?

into the sea
Into the sea…

Enquanto isso, sei bem que devo e não nego (a mim e a quem me lê), continuar a revisão e publicação de O Cavaleiro e o Dragão. Minha inconstância o descontinuou, mas minha paixão há de retomá-lo.

E por falar em dragões, hoje passei a tarde debruçado sobre Samhain. Escrevi as duas partes iniciais, estou fazendo algumas revisões. Devo mergulhar na terceira parte hoje à noite. É bom estar produzindo de novo, embora a maior parte do trabalho que me espera (e que vai me levar para mais perto de voltar para a cidade que amo) não tenha nada a ver com a minha amada arte de contar histórias, nem esteja me soando nada artístico neste momento…

Algum dia ainda conseguirei viver com mais arte e, quiçá, viver de arte.

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