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Posts Tagged ‘rock alternativo’

O meu querido Lixo Extraordinário (alô Batone, alô Gabí! Saudades!!!) foi citado (de novo) no blogue Remixtures do companheiro Miguel Caetano. Sem enrolar muito, lá vai um trecho da matéria:

“[…] vale bem a pena escutar com atenção o auto-intitulado álbum de estreia do grupo. Na verdade, o disco representa a súmula de um processo de evolução criativa ocorrido ao longo de mais uma década do que propriamente uma estreia. A maturidade dos Lixo Extraordinário fica bem patente quando ouvimos as 13 faixas que compõem o registo. Não só a produção musical de Júlio Anizelli e os arranjos de Mizão são “Extraordinários”, como as letras de Batone são bastante inteligentes. Existe uma sinceridade profunda por entre aquelas palavras que transpira energia, raiva, sarcasmo e dedicação.

Em termos musicais, o projecto insere-se na linhagem de alguns dos maiores grupos de música Pop brasileira, embora acrescente certos ingredientes que dão um “sabor” muito característico à mistura: um pouco de samba, Rock, tango, baladas, etc.”

A galera do Lixo Extraordinário merece todos estes elogios, e muito mais. Não perco uma chance sequer de dizer o quanto os acho extraordinários.

Quero ver quando é que vamos conseguir trazê-los para tocar aqui na cidade seca de Brasília. Em breve, espero!

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Enquanto entrava ontem no metrô, prestando atenção no espaço entre o vão trem e a plataforma, me toquei de que sempre que ouvir Lixo Extraordinário vou me lembrar dos melhores dias que passei aqui no Rio junto com o Valdir Batone e a Gabi Andrade. Se aprendí alguma coisa sobre esta cidade, foram eles e a prosa de Rubem Fonseca que me ensinaram.


Eles são o rock and roll
onde eu sou apenas
palavras silenciosas.

E por falar em Lixo Extraordinário, já está no youtube um clip bem bacana para “Rosa dos Ventres” (uma canção que embala no mínimo dois de meus casais prediletos, se não três). O clip está colado abaixo.

Bacana, né? Minha visão — meu olhar sobre esta música — difere um pouco do olhar de Edu Reginato, autor do clip. Mas esta é a parte boa da cultura livre: se eu tenho outro olhar, resta-me fazer outro clipe para a música. Todos os olhares são possíveis e permitidos, conquanto que a gente saiba respeitar o olhar do outro, e o nosso próprio.

Um abraço pro Batone, pra Gabi, pro Edu que ainda não conheci, e para todo mundo que entende a rocha e o veludo do Rock and Roll.

E obrigado por tudo.

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Enquanto entrava ontem no metrô, prestando atenção no espaço entre o vão trem e a plataforma, me toquei de que sempre que ouvir Lixo Extraordinário vou me lembrar dos melhores dias que passei aqui no Rio junto com o Valdir Batone e a Gabi Andrade. Se aprendí alguma coisa sobre esta cidade, foram eles e a prosa de Rubem Fonseca que me ensinaram.


Eles são o rock and roll
onde eu sou apenas
palavras silenciosas.

E por falar em Lixo Extraordinário, já está no youtube um clip bem bacana para “Rosa dos Ventres” (uma canção que embala no mínimo dois de meus casais prediletos, se não três). O clip está colado abaixo.

Bacana, né? Minha visão — meu olhar sobre esta música — difere um pouco do olhar de Edu Reginato, autor do clip. Mas esta é a parte boa da cultura livre: se eu tenho outro olhar, resta-me fazer outro clipe para a música. Todos os olhares são possíveis e permitidos, conquanto que a gente saiba respeitar o olhar do outro, e o nosso próprio.

Um abraço pro Batone, pra Gabi, pro Edu que ainda não conheci, e para todo mundo que entende a rocha e o veludo do Rock and Roll.

E obrigado por tudo.

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Recebí um email falando de uma festa “New Rave“. Instantaneamente arranjei um novo modismo do qual ter muita preguiça. Quem é que tem saco para mais um “bando de bandinhas” achando que reinventaram a festa e a diversão? Isso é tão antigo quanto a juventude (e, até onde sei, esta é tão antiga quanto a humanidade), e as novidades andam envelhecendo muito rápido rápido hoje em dia, pois há cada vez menos inovação nelas.

Onde foi parar a arte, o tesão e o prazer?
Estão onde sempre estiveram. Em todo o lugar.
Que vontade louca a indústria cultural tem de inventar!

Eu? Eu ainda prefiro meu bom e velho rock.
(e lounge é o escambau! eu ouço é jazz!)

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“Não é fácil manter a franja lisinha
Tenho que fazer escova e chapinha
Mais difícil ainda é ver o mundo
assim do meu jeito:

O cabelo tampa o olho esquerdo
E eu só posso usar o direito!
Impossível…
Ser mais sensível que eu!…”

(primeira parte de “Eu sou Emo!“, d’Os Seminovos)

Eu sei que estou atrasado. Afinal, sou tão distraído que posso nem me aperceber de que é Carnaval. Mas como nunca é tarde para se descobrir as belezas da vida, descobri (com a dica preciosa do Ronaldão Lemos, grande representante de Uberlândia no Overmundo e do Brasil no Creative Commons) o quanto Os Seminovos são legais.

Tá legal, vamos combinar que eles não fazem nada de tão novo musicalmente. Por outro lado, Os Seminovos são verdadeiramente inovadores (ou no mínimo vanguardistas) em seu inteligente marketing viral (via youtube, orkut, chats, etc…) e pela antenadíssima distribuição “as is” de seu primeiro album nos moldes mombojanos (pois lugar de músico ganhar grana é em cima do palco, porra!). Sem experimentalismos desnecessários, os caras fazem rock competente — bem tocado, com bastante energia e sobretudo muito divertido — em um tempo em que muita gente anda dizendo que o artigo anda em falta no mercado. Talvez estejam olhando pro mercado errado, pois assim como os Seminovos há muitas outras bandas fazendo coisa muito boa (1, 2, 3…) fora do eixo Rio-Sampa, e até mesmo dentro dele. O lance é saber procurar, e não fazer que nem eu (e deixar o carnaval passar).

Mas como estou atrasado pra falar do Seminovos (que, ao que parece, todo mundo já havia descoberto menos eu — ainda bem pra eles!), não vou ficar aqui chovendo no molhado. Escutem os caras. É divertido, é rock, é coisa nossa (até pq ‘Berlândia é “logo alí” de Brasília), e é legalzão!

O site dos caras fica aqui.

Vou voltar ao meu conto balançando a cabeça ao som dos caras,
e volto quando tiver algo mais a dizer…

p.s. para ver os outros clipes dos caras no YouTube, basta dar uma chegada no perfil deles no site.

p.p.s. a Canção de Depressão deles merecia um post à parte. (“se você anda deprimido / mas que coisa demodê / eu tenho um mundo colorido / na farmácia pra você / a dor forte de perder uma paixão / não vai te incomodar / o emprego que só causa frustração / você vai passar a amar / fluoxietina, sertralina, citalopran / paroxetina, metazodona, conazepan / pra dormir bem à noite e acordar de manhã / bem melhooooooooooor…”)

p.p.p.s. quer saber? você sabe que encontrou uma banda de rock realmente boa quando, na primeira vez que você a escuta, tem a impressão momentânea de que achou a melhor banda do mundo. A banda de rock que não for ao menos por algumas horas da sua vida a melhor banda do mundo pra você, não vale a pena. Os Supernovos são, ao menos até a zero hora de amanhã, a melhor banda de rock do mundo pra mim. Pronto! :D

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“Não é fácil manter a franja lisinha
Tenho que fazer escova e chapinha
Mais difícil ainda é ver o mundo
assim do meu jeito:

O cabelo tampa o olho esquerdo
E eu só posso usar o direito!
Impossível…
Ser mais sensível que eu!…”

(primeira parte de “Eu sou Emo!“, d’Os Seminovos)

Eu sei que estou atrasado. Afinal, sou tão distraído que posso nem me aperceber de que é Carnaval. Mas como nunca é tarde para se descobrir as belezas da vida, descobri (com a dica preciosa do Ronaldão Lemos, grande representante de Uberlândia no Overmundo e do Brasil no Creative Commons) o quanto Os Seminovos são legais.

Tá legal, vamos combinar que eles não fazem nada de tão novo musicalmente. Por outro lado, Os Seminovos são verdadeiramente inovadores (ou no mínimo vanguardistas) em seu inteligente marketing viral (via youtube, orkut, chats, etc…) e pela antenadíssima distribuição “as is” de seu primeiro album nos moldes mombojanos (pois lugar de músico ganhar grana é em cima do palco, porra!). Sem experimentalismos desnecessários, os caras fazem rock competente — bem tocado, com bastante energia e sobretudo muito divertido — em um tempo em que muita gente anda dizendo que o artigo anda em falta no mercado. Talvez estejam olhando pro mercado errado, pois assim como os Seminovos há muitas outras bandas fazendo coisa muito boa (1, 2, 3…) fora do eixo Rio-Sampa, e até mesmo dentro dele. O lance é saber procurar, e não fazer que nem eu (e deixar o carnaval passar).

Mas como estou atrasado pra falar do Seminovos (que, ao que parece, todo mundo já havia descoberto menos eu — ainda bem pra eles!), não vou ficar aqui chovendo no molhado. Escutem os caras. É divertido, é rock, é coisa nossa (até pq ‘Berlândia é “logo alí” de Brasília), e é legalzão!

O site dos caras fica aqui.

Vou voltar ao meu conto balançando a cabeça ao som dos caras,
e volto quando tiver algo mais a dizer…

p.s. para ver os outros clipes dos caras no YouTube, basta dar uma chegada no perfil deles no site.

p.p.s. a Canção de Depressão deles merecia um post à parte. (“se você anda deprimido / mas que coisa demodê / eu tenho um mundo colorido / na farmácia pra você / a dor forte de perder uma paixão / não vai te incomodar / o emprego que só causa frustração / você vai passar a amar / fluoxietina, sertralina, citalopran / paroxetina, metazodona, conazepan / pra dormir bem à noite e acordar de manhã / bem melhooooooooooor…”)

p.p.p.s. quer saber? você sabe que encontrou uma banda de rock realmente boa quando, na primeira vez que você a escuta, tem a impressão momentânea de que achou a melhor banda do mundo. A banda de rock que não for ao menos por algumas horas da sua vida a melhor banda do mundo pra você, não vale a pena. Os Supernovos são, ao menos até a zero hora de amanhã, a melhor banda de rock do mundo pra mim. Pronto! :D

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